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22/09/2019 - 18:34

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Depoimento de Raimundo Cutrim será na próxima semana

Depoimento de Raimundo Cutrim será na próxima semana

O depoimento do deputado estadual Raimundo Cutrim, marcado para esta sexta-feira (10) foi adiado. O adiamento foi solicitado pelo delegado Carlos Alberto Damasceno. Ele compõe a comissão que investiga os crimes de grilagem de terra no Maranhão.

O depoimento provavelmente vai acontecer na próxima quarta-feira (15) na Assembleia Legislativa.

Entenda o caso

O deputado Raimundo Cutrim foi citado pelo advogado Sebastião Cardoso Filho, durante entrevista a uma rádio da capital, como grileiro. Segundo o advogado, Cutrim teria usado documentos falsos para comprar um terreno em Paço do Lumiar.

Ainda durante a entrevista, Sebastião Cardoso disse que o parlamentar, na época que era Secretário de Segurança Pública, teria lesado famílias herdeiras de terrenos na Pindoba, em Paço do Lumiar, usando uma procuração de uma pessoa que já havia morrido para comprar um terreno na localidade avaliado em R$ 600 mil.

A assessoria do deputado negou seu envolvimento e afirmou ter ficado sabendo do assunto por meio de telefonemas e pelo rádio.

O advogado citou também o nome do Secretário de Assuntos Estratégicos, Alberto Franco. Ele disse que os documentos das terras compradas por Cutrim foram registrados no cartório em São José de Ribamar e que na época, o titular era o secretário.

Franco se defendeu afirmando que os documentos apresentados por Raimundo Cutrim à época não apresentavam irregularidades e que o cartório não cometeu nenhum crime. Para ele, cabe a polícia investigar se houve ou não, fraude. Ele disse estar à disposição da polícia para qualquer esclarecimento.

Grilagem de Terra

A morte do empresário Marggion Andrade, em outubro do ano passado, suscitou as investigações a cerca da grilagem de terra. Para a polícia, os mandantes do crime são o ex-vereador de Paço do Lumiar Júnior Mojó e o corretor de imóveis Elias Orlando Filho.

Caso Décio

O deputado Raimundo Cutrim tem que se defender ainda, das acusações de que ele seria o mandante do assassinato do jornalista Décio Sá em abril deste ano. O nome do secretário foi citado durante o depoimento de Jonathan Silva, assassino confesso de Décio. 

Na época, o parlamentar foi à trinuna da Assembleia e chegou a chamar o secretário de Segurança Aluísio Mendes de "moleque travestido de secretário". Disse ainda, que se tivesse algum problema com Décio Sá, ele não iria mandar fazer, ele mesmo resolveria.

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