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Conheça a lista dos países menos visitados do mundo; um deles recebe 200 turistas ao ano

Conheça a lista dos países menos visitados do mundo; um deles recebe 200 turistas ao ano

Para onde você está planejando ir nas suas férias? A maioria das pessoas logo pensa em países mais famosos, como os Estados Unidos, França ou Espanha que, juntos, recebem mais de 200 milhões de visitantes por ano.

Por outro lado, há países que – por razões de isolamento, conflitos internos ou por falta de coisas interessantes para fazer – só conseguem atrair anualmente 200 turistas. Você sabe quais são? Com base em dados de 2012 da ONU e do Banco Mundial, montamos uma lista com os 10 países menos visitados do mundo. Descubra a seguir se há motivos para escolher algum deles como o seu próximo destino de viagem!

Comores (19.000 turistas ao ano) - Comores é uma república formada por ilhas que ficam entre a costa oriental da África e a Ilha de Madagascar. Além da localização remota, o país tem precária infraestrutura turística e não é servido por muitas companhias aéreas. Os guias de viagem alertam que as ilhas são infestadas por mosquitos transmissores da malária.

O que tem de bom?

Pessoas amigáveis, deliciosos frutos do mar, belas construções históricas e um paradisíaco litoral.

Moldávia (11.000 turistas ao ano) - A Moldávia é o único país europeu a integrar a lista dos 10 países menos visitados do mundo. Além de ser o mais pobre, tem também o pior Índice de Desenvolvimento Humano do continente. O seu subsolo não é rico em minério, fazendo com que a economia dependa muito da agricultura, principalmente da produção de frutas, vinho e tabaco.

O que tem de bom?

As rotas de vinho no país são bem interessantes. Talvez a maior atração turística sejam as minas de Cricova, um complexo subterrâneo de túneis que abriga a maior adega do mundo, com mais de 120 km de corredores para armazenamento de vinhos.

São Tomé e Príncipe (8.000 turistas ao ano) - São Tomé e Príncipe é uma ex-colônia portuguesa que faz parte do Golfe da Guiné, na costa ocidental africana. Apesar da localização remota e de poucas pessoas terem ouvido falar, o país tem grande potencial turístico e não há registro de grandes problemas como em outros países africanos. Há, inclusive, voos diretos a partir de Lisboa.

O que tem de bom?

Há praias deslumbrantes para a prática de mergulho e montanhas convidativas para trilhas e caminhadas. A ilha tem um estilo de vida descontraído, com bonitas vilas de pescadores e gastronomia deliciosa.

Turcomenistão (8.000 turistas ao ano) - O Turcomenistão é um país da Ásia Central que faz fronteira com o Cazaquistão, Uzbequistão, Afeganistão e o Irã. É uma antiga república soviética que vive um dos regimes mais repressivos do mundo – perdendo apenas para a Coreia do Norte. Precisa explicar o motivo para o país atrair tão poucos turistas?

O que tem de bom?

Talvez a “Porta para o Inferno” (foto na galeria) seja a atração turística mais conhecida. É uma cratera, em Darvaza, com mais de 60 metros de diâmetro e 20 metros de profundidade. Acredita-se que ela esteja em chamas há pelo menos 37 anos!

Guiné Equatorial (6.000 turistas ao ano) - A Guiné Equatorial é um país da África Ocidental e uma das menores nações do continente africano. A distribuição da riqueza do petróleo é extremamente desigual e o país tem um dos piores registros de direitos humanos do mundo, com inúmeros casos de tráfico de seres humanos.

O que tem de bom?

Apesar de ser o único lugar de língua espanhola na África e de ter belas paisagens, como a ilha de Bioko, o pequeno país não é nada amigável aos turistas. O viajante não pode tirar fotografias de nada que seja oficial, além da necessidade de obter prévia permissão das autoridades para poder visitar algumas zonas de interesse turístico. Portanto, fuja de lá!

Kiribati (5.300 turistas ao ano) - Kiribati é um país insular no meio do Pacífico que faz fronteira marítima com as Ilhas Marshall. O isolamento do país não é a única razão pela qual ele é o quinto país menos visitado do mundo: tem voos regulares somente duas vezes por semana e o visto para lá é difícil e tem que ser solicitado antes da realização da viagem. Consegue imaginar quantos consulados do Kiribati há no mundo? Na Europa, por exemplo, só há um único, que fica no País de Gales.

O que tem de bom?

Devido ao seu fuso horário (UTC+15), é o primeiro país do mundo a comemorar o Réveillon. Tem praias belíssimas e ideais para a prática de snorkeling, mergulho, pesca e esportes náuticos. Há apenas uma cafeteria e um taxista registrado no país.

Ilhas Marshall nucleares (5.000 turistas ao ano) - Ilhas Marshall é um país da Micronésia, que fica no caminho entre o Havaí e a Austrália. Embora tenha constituição de uma república e ter conseguido sua independência em 1986, é um “Estado Livremente Associado” aos Estados Unidos. Os voos para lá são poucos e caríssimos, além de algumas ilhas estarem inabitáveis, devido aos intensos e constantes testes nucleares realizados pelos norte-americanos.

O Atol de Bikini, pertencente ao país, entrou para a lista de Patrimônio Mundial da Unesco, com o objetivo de levar ao mundo uma mensagem para que nunca mais se repita qualquer tipo de experiência nuclear.

O que tem de bom?

É um dos melhores lugares para a prática de mergulho e snorkeling, com rica vida marinha e mais de mil espécies de peixes catalogadas.

Tuvalu (1.200 turistas ao ano) - Tuvalu é um arquipélago situado no Pacífico Sul que forma o quarto menor país do mundo. O pequeno território corre um sério risco de desaparecer do mapa, já que foi constatado que o país será o primeiro a afundar devido à elevação do nível dos oceanos. Nas últimas cúpulas climáticas, o governo tuvalense implorou aos outros países que tomem medidas urgentes para frear o aquecimento global e evitar o desaparecimento do país.

O que tem de bom?

Como é uma das nações mais desconhecidas e remotas, certamente é um dos melhores lugares para descansar e ficar desconectado com o resto do mundo. Sendo um país pequeno e plano, não espere grandes atrações além das belas praias com palmeiras típicas de uma ilha do Pacífico.

Somália (500 turistas ao ano) - A Somália, país do nordeste africano, já foi um dos mais importantes centros de comércio da antiguidade, fornecendo principalmente mirra, incenso e especiarias. Atualmente o país está em completo colapso, com governo ineficiente, infraestrutura precária e com uma guerra civil em andamento. É, portanto, considerado um dos países mais perigosos do mundo para a visitação turística.

O que tem de bom?

Apesar de o governo ter voltado a funcionar após 22 anos de instabilidade e da Turkish Airlines ter começado a operar voos regulares entre Mogadíscio e Istambul, é melhor você evitar o país por enquanto. Um dia, quem sabe, os turistas terão a oportunidade de conhecer as belas praias do país, os parques nacionais e os poucos edifícios históricos que restaram de pé.

República de Nauru (200 turistas ao ano) - Nauru, que fica na Oceania, é o menor país insular do mundo, com 21 quilômetros quadrados e população de pouco mais de 13 mil habitantes. A pequena ilha deixou de ser uma das nações mais ricas do mundo – em termos de renda per capital – para um país à beira da ruína econômica. Essa condição se deve principalmente a sua classe política, que transmite uma sensação de desesperança total para o seu povo.

O que tem de bom?

Apesar da flora e da fauna terem sido devastadas por décadas de exploração do minério de fosfato, há pequenas praias com belo recifes de coral e sinais de vegetação que estão começando a aparecer no interior da ilha. Há dois hotéis, um bar e nenhum caixa eletrônico. A companhia aérea de Nauru foi recentemente reativada, o que talvez faça alguns viajantes curiosos visitarem a pequena nação-ilha nos próximos anos.

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