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São Luís

26/09/2018 - 08:44

Sao Luis: Nuvens Dispersas, 28 °C

Mundo: chuva e temperaturas extremas marcam mês de julho

Mundo: chuva e temperaturas extremas marcam mês de julho

Calor extremo e chuvas com efeitos desastrosos marcaram o início do verão no Hemisfério Norte, segundo a Organização Meteorológica Mundial (OMM).

A agência destaca que o Japão sofreu as piores inundações e deslizamentos de terra em décadas. Os dados do governo indicam mais de 150 mortos e o número deverá aumentar. Cerca de 10 mil casas foram destruídas.

Altas temperaturas

Em várias partes do mundo, houve períodos de calor extraordinário com vários recordes de temperatura.

Na cidade de Quriyat, em Omã, a temperatura mínima do dia de 26 de junho foi 42,6° C.  No dia 5 de julho em Ouargla, na Argélia, a temperatura máxima foi de 51° C.  Para a OMM, “é provável que esta seja a temperatura mais alta já registrada” em terras argelinas.

No Parque Nacional do Vale da Morte, na Califórnia, Estados Unidos, os termômetros chegaram a 52° C a 8 de julho. Este local detém o recorde de maior temperatura do planeta, 56,7° C, em 10 de julho de 1913.

Outras partes da Califórnia também foram atingidas pelo calor extremo. O centro de Los Angeles estabeleceu um novo recorde mínimo para julho, com 26,1° C em 7 de julho. Em Chino, a temperatura atingiu o recorde de 48,9° C.

No Canadá, a OMM afirma que “uma onda de calor combinada com alta umidade na província de Quebec contribuiu para dezenas de mortes, especialmente entre os mais vulneráveis e idosos”.

Ao mesmo tempo, partes do leste do Canadá viram um regresso do clima de inverno, com neve em partes da Terra Nova e Cabo Breton. A OMM diz que “o clima de inverno no final do ano é raro, sendo este o primeiro desde 1996”.

Europa

No norte da Europa, continuou a situação da seca e temperaturas acima do normal. A agência da ONU estima que atingiram entre 3° e 6° C acima do normal.

A seca no continente europeu pode ser acompanhada por falta de água, tempestades locais, riscos de incêndios florestais e perdas na colheita.

Para algumas partes do norte da Europa, junho foi um dos mais secos e quentes já registrados. Depois de um mês de junho excepcionalmente quente, a onda de calor no Reino Unido continuou em julho.

A nível global, junho foi o segundo mês mais quente desde que há registro e com as temperaturas mais altas em ano de La Niña.

Clima

Para a OMM, aumentam os episódios de calor extremo e precipitação como resultado da mudança climática.

A agência afirma que, “embora não seja possível atribuir os eventos extremos individuais de junho e julho às mudanças climáticas, eles são compatíveis com a tendência geral de longo prazo pelo aumento das concentrações de gases de efeito estufa”.

Onu News.





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