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20/11/2018 - 15:51

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São Luís apresenta alta no percentual de famílias endividadas em junho

São Luís apresenta alta no percentual de famílias endividadas em junho

A Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), apurada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), mostra que o percentual de famílias com dívidas alcançou 58,6% em junho, apresentando uma queda em relação aos 59,1% observados em maio. Houve redução também na comparação anual, quando o indicador alcançou 59,4% do total de famílias.

O estudo mostra que a proporção das famílias com dívidas ou contas em atraso também diminuiu este mês, passando de 24,2% para 23,7% do total. Na comparação anual, houve redução de 1,9 ponto percentual.

A proporção de famílias que declararam não ter condições de pagar as suas contas ou dívidas em atraso e que, portanto, permaneceriam inadimplentes passou de 9,9% em maio para 9,4% em junho de 2018, apresentando queda também em relação aos 10,1% verificados no mesmo período do ano passado.

SÃO LUÍS

Após cinco quedas mensais consecutivas desde dezembro, o nível de endividamento voltou a apresentar crescimento em junho, alcançando 54,9% das famílias de São Luís, variação de 3,0% em relação a maio. Já na comparação anual, o indicador segue -26,2% abaixo do registrado em junho de 2017. Embora ainda tímido, o aumento do endividamento representa a lenta retomada do consumo financiado pelas modalidades de crédito, recuperação fundamental para impulsionar o setor de bens duráveis. O ponto negativo é que juntamente com a aceleração do endividamento, o mês de junho também apresentou avanço do nível de inadimplência, alcançando 28,3% das famílias endividadas. O peso das dívidas segue concentrado no cartão de crédito (74,4%), carnês (12,7%), crédito pessoal (6,6%), financiamento imobiliário (6,2%), crédito consignado (6,0%) e financiamento de veículos (4,9%). Já o percentual de famílias que declaram não terem condições de pagar as dívidas no mês de junho manteve-se estável em relação a maio, com 16,5%.

Segundo a economista da CNC, Marianne Hanson, a redução do endividamento observada nos últimos meses reflete um ritmo menor de recuperação do consumo das famílias. “Além disso, há também uma cautela maior na contratação de novos empréstimos e financiamentos”, completa.

O cartão de crédito continua sendo o principal tipo de dívida, apontado por 76,3% das famílias entrevistadas. Em seguida, vêm os carnês (15,2%) e, em terceiro lugar, o financiamento de carro (11,2%).

Nível de endividamento

A proporção das famílias que se declararam muito endividadas diminuiu em relação a maio, passando de 13,4% para 13,0% do total de entrevistadas. Na comparação anual, também houve queda de 1,4 ponto percentual.

Prazo de endividamento

O tempo médio de atraso para o pagamento de dívidas foi de 63,6 dias em junho de 2018, acima dos 62,8 no mesmo período do ano passado. Em média, o comprometimento com as dívidas foi de 7,2 meses, sendo que 32,9% das famílias possuem dívidas por mais de um ano. Entre aquelas endividadas, 20,2% afirmam ter mais da metade da sua renda mensal comprometida com o pagamento de dívidas.

A Pesquisa Nacional de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic Nacional) é apurada mensalmente pela CNC desde janeiro de 2010. Os dados são coletados em todas as capitais dos Estados e no Distrito Federal, com cerca de 18 mil consumidores.

Com Fecomércio-MA.





 

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