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Ações de ressocializações são realizadas na Penitenciária Feminina de Pedrinhas

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Ações de ressocializações são realizadas na Penitenciária Feminina de Pedrinhas

Internas da Penitenciária Feminina de Pedrinhas contam com várias atividades de ressocialização que visam a reintegração delas à sociedade. Elas estão aprendendo diversos ofícios que poderão ser colocados em prática quando deixarem a unidade.  Estão sendo oferecidos cursos de capacitação, além de estudos e os trabalhos de evangelização.

Para o Secretário Estado de Justiça e da Administração Penitenciária, Sérgio Tamer, as ações de ressocialização realizadas nas unidades prisionais são fundamentais. “É uma estratégia bem sucedida de ajudar a inserir os internos na sociedade”.

O Programa Mulheres Mil,  executado pelo Instituo Federal do Maranhão (Ifma), em parceria com a Secretaria de Estado de Justiça e da Administração Penitenciária (Sejap) e o Tribunal de Justiça, formou, em agosto, a primeira turma do curso de “Introdução a culinária”. Este ano o programa deve retornar para contribuir na formação de mais mulheres privadas de liberdade. No mesmo período as internas concluíram um curso de contabilidade feito á distancia.

Atividades de evangelização são constantes na unidade, assim como  oficinas de artesanato e os ensaios e apresentações do coral Deus conosco composto pelas próprias internas. Com uma turma de ensino fundamental as internas também possuem a possibilidade de retomar os estudos.

Conforme determinou a Portaria de nº 95, de agosto de 2012, estabelecida pela Sejap, as ações de assistência aos presos e egressos no sistema serão de responsabilidade dos diretores das unidades.

Para a diretora da Penitenciária Feminina, Giselle Léda, atividades de ressocialização são fundamentais. “É importante oferecer o que realmente interessa e acrescenta a elas. Vamos viabilizar o que venha a servir a elas também lá fora” explicou.

Quanto a obtenção de benefícios como o trabalho externo, a diretora ressaltou que alguns requisitos precisam ser seguidos pelas internas. “São necessários seis meses no regime semi aberto e avaliações constantes de comportamento a partir daí e com a proposta de emprego em mãos é viabilizado esse beneficio”.

A diretora revelou ainda que as oportunidades de emprego podem partir tanto de iniciativa da família quanto das parcerias feitas pela própria unidade. A Lavatec é uma empresa que apoia e acredita dando oportunidade à reinserção dessas mulheres a sociedade.

Atualmente a Penitenciária Feminina conta com 163 internas, sendo 57 sentenciadas, 89 provisórias e 17 no regime semi aberto.  O projeto de uma mini academia para as internas em breve deverá ser colocado em pratica incentivando também o cuidado de cada uma com si mesma.

Secom

 

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