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'Aconteceu o improvável', diz piloto de avião que atingiu paraquedista

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'Aconteceu o improvável', diz piloto de avião que atingiu paraquedista

 

O piloto do avião que atingiu um paraquedista no ar em Boituva, interior de São Paulo, disse que o acidente foi um caso "improvável". "Aconteceu o improvável. Se eu tivesse tentado atingir ele, muito provavelmente não teria conseguido. A chance é mínima de conseguir atingir alguma coisa com o avião em voo", afirmou Douglas Leonardo de Oliveira, 35 anos, que disse ser amigo do paraquedista Alex Adelman, 33 anos, morto na colisão na última segunda-feira. "Ele era um sangue bom. Era o cara mais legal da área (...), muito bom no que fazia, muito experiente". As informações são do Fantástico, da TV Globo.

Segundo o piloto, que estava com a permissão para lançar paraquedistas e o certificado médico aeronáutico vencidos, o procedimento feito após o lançamento foi "padrão". "Foi feito no nosso padrão, como é feito todo dia: iniciei uma curva pela esquerda e, 5s, 10s depois, senti o impacto", disse. Segundo Douglas, depois de decolar, o avião subiu em espiral, por cerca de 12 minutos, até uma altura de 3,6 mil m, e, após os saltos, fez a manobra conhecida como "mergulho". Em depoimento à polícia, o piloto revelou que não sabia que o salto começaria sem o equipamento que diminui a velocidade da queda dos paraquedistas, porque não conversou com eles antes do voo. "A gente por acaso não tinha se falado neste voo. Mas a gente se falava antes de todas as decolagens", afirmou.

 

 

Terra

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