Américas firmam compromisso em ampliar acesso à saúde para LGBTs

As autoridades de saúde do continente americano estão comprometidas a promover o acesso igualitário à saúde para lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros, LGBTs.
O acordo foi firmado na capital dos Estados Unidos, Washington, onde acontece um encontro da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas). Nessa quinta-feira (3) eles aprovaram uma resolução para melhorar as políticas, planos e leis sobre serviços de saúde.
A diretora da Opas, Carissa Etienne, apoiou o acordo, afirmando que "todos têm direito de receber cuidados de saúde". A resolução pede também o fim do estigma e da discriminação contra o público LGBT e respeito à dignidade humana.
Na reunião, foi destacado que os homossexuais muitas vezes são desrespeitados e têm o direito de tratamento de saúde negado. Segundo a Opas, gays, lésbicas e transgêneros sofrem as piores disparidades de saúde em todos os países do globo.
Entre o público LGBTsão também altos os índices de depressão, ansiedade, uso de tabaco e de álcool e suicídio. Os motivos são estresse crônico e isolamento social.
A Opas deve preparar um relatório sobre as condições de saúde e as barreiras que homossexuais e transgêneros enfrentam no setor.
Com informações da Rádio Onu; Foto: Banco Mundial
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