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Ator reprova o curta Power/Rangers e diz que a marca é para crianças

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Ator reprova o curta Power/Rangers e diz que a marca é para crianças

Após o grande sucesso na internet do curta “Power/Rangers”, dirigido por Joseph Kahn e produzido por Adi Shankar, muitas opiniões começaram a aparecer nas redes sociais.

A mais impactante foi de Jason David Frank, que interpretou o Ranger Verde (Tommy Oliver) na franquia original. Por mais que o curta tenha se tornado um grande sucesso, Frank disse que os palavrões e drogas não vão “colar comigo.”

"Olha, eu sei que há um monte de fãs lá fora, que amaram o vídeo e etc, mas eu sou apenas um PG-13 guy", disse Frank.

PG-13 é a sigla do sistema de classificação indicativa que tem como objetivo recomendar um produto para maiores de 13 anos. Normalmente os filmes de heróis e que querem atingir muitas pessoas, tem essa recomendação. É como se fosse o nosso “recomendado para maiores de 12 anos”. Ou seja, o Ranger Verde disse que ele é um cara que gosta de trabalhar com um limite de violência e linguajar, tentando atingir, principalmente, as crianças.

"Todo mundo adora Power Rangers e eles ainda estão conectados com adultos e crianças. ‘Power Rangers: Megaforce’ e ‘Power Rangers: Dino Thunder’ ainda estão passando na Nickelodeon. Então você não pode simplesmente tomar uma marca como esta e reiniciá-la de forma tão sombria e suja. Ainda existem crianças que querem assistir ‘Power Rangers’. É preciso ser responsável e sabemos que esta ainda é a marca para crianças", completou.

Outra polêmica que o diretor Joseph Kahn e o produtor Adi Shankar estão passando é em relação aos direitos autorais. A Saban Brands, que detém os direitos da franquia, conseguiu retirar o vídeo do YouTube e do Vimeo por questão de direitos autorais. A marca japonesa, juntamente com a Lionsgate, quer lançar um filme dos heróis em 22 de julho de 2016.

O produtor Adi Shankar escreveu sobre a remoção do Youtube e agradeceu por seu vídeo continuar disponível em sua página no Facebook:

"Hoje eu estava profundamente decepcionado ao saber que Saban Brands decidiu tirar do ar o meu “Power/Rangers”. Para todos os espectadores que viram o filme, eu considero isso uma violação absoluta de liberdade de expressão e do individualismo. Me propus a fazer este filme, porque eu sou um fã da infância dos Power Rangers. Quando criança as nossas retinas são queimadas com imagens icônicas de uma época e à medida que envelhecemos estas imagens representam momentos cruciais dentro das trajetórias de nossas próprias vidas. Este filme é uma homenagem aos criadores originais de Power Rangers, e uma paródia de uma série de televisão que todos nós crescemos amando. Filmes com o meu curta são expressões vitais da criatividade em nosso mundo conturbado. Se suprimirmos essa criatividade e nos tornarmos participantes passivos no consumo da cultura em que vivemos, estamos implicitamente admitindo um precedente perigoso que pode definir o futuro da internet”.

Atenciosamente, Adi Shankar

P.S. Obrigado Mark Zuckerberg por permitir que o filme “Power/Rangers” fique online e por tomar uma posição.

 

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