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Barroso volta defender urna eletrônica e criticar Bolsonaro

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Barroso volta a defender urna eletrônica e a criticar Bolsonaro
Foto: reprodução/R7.com

O ministro Luís Roberto Barroso fez nesta quinta-feira (17) um balanço sobre os dois anos como presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral). Ele passará o comando da Corte para o ministro Edson Fachin, na próxima terça-feira (22). Em seu discurso de despedida, Barroso voltou a defender a segurança das urnas eletrônicas e do processo eleitoral no Brasil, citou o combate às fake news e acusações falsas em redes sociais, a luta pela maior particiapação das mulheres e dos negros na política e daas ações contra os ataques às instituições no país. O presidente da Corte Eleitoral também criticou o presidente da República, Jair Bolsonaro, por não apresentar provas sobre fraudes nas eleições e pelo vazamento de informações sigilosas do TSE.

Barroso classificou como "desnecessário" e "retrocesso" o debate sobre a volta do voto impresso, com contagem manual. Para ele, a discussão em torno do tema é uma "solução inadequada para um problema inexistente". Ele mencionou que o STF (Supremo Tribunal Federal) julgou o voto impresso inconstitucional e que a Câmara rejeitou o debate no Legislativo.

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