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Cidade Alerta enfurece concorrência ao mostrar imagens exclusivas de menino suspeito de assassinato em SP

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Cidade Alerta enfurece concorrência ao mostrar imagens exclusivas de menino suspeito de assassinato em SP

Jornalismo da Record sai na frente na cobertura do crime bárbaro que aconteceu em São Paulo em que uma família de policiais militares foi chacinada a tiros e o principal suspeito é o garoto Marcelo Eduardo Bovo Pesseghini, de 13 anos, filho do casal assassinado.

A equipe do Cidade Alerta, comandada por Marcelo Rezende, conseguiu levar ao ar as cenas em que o menino andava na calçada com as mesmas roupas encontradas na cena do crime. Isso elevou o índice de audiência nos últimos dias, irritando o apresentador Jose Luis Datena, da Band.

Segundo a coluna de TV Zapping, publicada no jornal Agora e no site da Folha de São Paulo, Datena teve um acesso de fúria por ter perdido as imagens para a Record. Durante o programa Brasil Urgente dessa quarta-feira (7), o apresentador José Luis Datena reclamou porque a Polícia Civil teria repassado primeiro para a TV Record as imagens do menino suspeito de matar a família de policiais saindo do carro da família.

“Algum vagabundo que não tem vergonha na cara liberou para outra emissora”, disse Datena após o Cidade Alerta ter exibido a gravação.

“É por essa e outras que eu tenho vontade de parar com essa bagaça aqui. Poruqe nesse país quem é sem vergonha sempre leva vantagem”, completou.

Veja as imagens mostradas no Cidade Alerta:

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O Major Olímpio Gomes, da Polícia Militar, disse à Folha de São Paulo que a casa onde as vítimas foram encontradas não apresentava sinais de arrombamento e nem marcas de tiroteio. Ainda não há suspeitos da chacina.

O policial foi encontrado deitado na cama. Ao seu lado, de joelhos, estava a esposa. Próximo a eles, o filho foi achado com uma pistola .40 sob a barriga. A mãe e a irmã do sargento foram encontradas em outro quarto e estavam tapadas com cobertores. A cena levanta a suspeita que elas tenham sido baleadas enquanto dormiam.

No momento em que os corpos foram encontrados, já apresentavam rigidez, reforçando a teoria de que as vítimas haviam sido assassinadas horas antes da chegada da polícia.

O crime foi descoberto pois Andrea não compareceu ao trabalho, não justificou a falta e nem foi encontrada pelos colegas.

Cerca de 200 policiais, entre eles representantes da cúpula da polícia paulista, estavam no local no final da noite de segunda.

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