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Conferência estadual discute políticas e direitos para migrantes e refugiados no Maranhão

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 Conferência estadual discute políticas e direitos para migrantes e refugiados no Maranhão
Foto: divulgação/Governo do Maranhão.

Mais de 200 pessoas estiveram presentes na I Conferência Estadual de Migrações, Refúgio e Apatridia do Maranhão (Comigrar), realizada nesta sexta-feira (19) em São Luís, para aprofundar discussões, debater e eleger propostas em defesa de direitos e efetivação de políticas públicas para população migrante, refugiada e apátrida.

O evento foi realizado pelo Governo do Maranhão, coordenado pela secretaria de Estado dos Direitos Humanos e Participação Popular (Sedihpop), em parceria com as secretarias de Estado da Educação (Seduc), Desenvolvimento Social (Sedes), Trabalho e Economia Solidária (Setres) e Escola de Governo do Maranhão (Egma), e com o Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), Alto-comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR), Escola dos Conselhos Elisângela Correia Cardoso e apoio de diversos parceiros do poder público estadual, municipal e da sociedade civil.Também foi realizado painel para apresentação de ações na pauta de migração, refúgio e apatridia com a participação de representantes da Sedes, Setres, além da Secretaria de Estado da Mulher (Semu) e do Instituto Estadual de Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão (Iema).

Ao longo de sua história, o Maranhão tem sido o destino de muitas pessoas que saem de seus países de origem buscando segurança, paz, emprego, alimento, educação, enfim, a sobrevivência. É o caso do migrante do Guiné-Bissau, Vladimir Bucal, doutorando em Políticas Públicas na Universidade Federal do Maranhão (Ufma) que veio ao Maranhão para ampliar sua formação.Cada grupo realizou as discussões e elaborou propostas que foram apresentadas e votadas. As propostas escolhidas serão levadas à II Conferência Nacional de Migrações, Refúgio e Apatridia do Maranhão, que acontecerá em Foz do Iguaçu, no mês de novembro. Também foram eleitos oito delegados para participar da etapa nacional: quatro representantes de migrantes e refugiados, dois do poder público e dois da sociedade civil, com paridade de gênero e diversidade de nacionalidade.

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