Corinthians e Boca duelam pela história

O técnico Tite, do Corinthians, colocará em campo a mesma formação que empatou na Bombonera.
O atacante Jorge Henrique, substituído no intervalo em virtude de dores na coxa direita, conseguiu se recuperar e está confirmado. Caso ele apresente um problema de última hora, o treinador já revelou que Romarinho ficará com a vaga.
A formação é a seguinte: Cássio, Alessandro, Chicão, Leandro Castán e Fábio Santos; Ralf, Paulinho, Danilo e Alex; Jorge Henrique e Emerson.
O técnico Julio César Falcioni, do Boca Juniors, pretendia repetir a equipe que empatou na Bombonera, mas a recusa de Roncaglia em entrar em campo, por já estar negociado com a Fiorentina-ITA, mudou os planos. O lateral-direito viajou para o Brasil, mas deve ficar fora da partida.
Nesta terça-feira (03), o Boca treinou com Sosa em seu lugar. O restante do time é o mesmo. Caruzzo segue na vaga de Insaurralde, que rompeu os ligamentos do tornozelo esquerdo. Os argentinos tentarão o heptacampeonato com Orion, Sosa, Schiavi, Caruzzo e Clemente Rodríguez; Somoza, Ledesma e Erviti; Riquelme; Mouche e Silva.
O Corinthians pode ser a nona equipe brasileira a conquistar a Taça Libertadores. Caso seja campeão, o Timão entrará neste seleto grupo.
Histórico
Com três títulos, São Paulo (92/93/2005) e Santos (62/63/2011) lideram esse ranking seguidos por Cruzeiro (76/97), Grêmio (83/95) e Internacional (2006/10) com dois títulos, Flamengo (81), Vasco (98) e Palmeiras (99), uma vez cada.
O Boca Juniors luta pelo sétimo título da Libertadores e nesta caso igualaria o Independiente na condição de maior vencedor da competição.
Seis vezes campeão (77/78/2000/01/03/07) e três vezes vice (63/79/04), o Boca decide a Libertadores pela décima vez em sua história, igualando a marca do Peñarol como as duas equipes que mais chegaram à decisão. Independiente (sete finais), Olímpia, Nacional-URU e São Paulo (seis vezes) aparecem a seguir entre os times que mais decidiram a Libertadores.
Nas últimas oito vezes que a Libertadores foi decidida entre um time brasileiro e um de outro país, o troféu foi para o exterior em seis oportunidades.
Isso aconteceu em 2000 (Boca x Palmeiras); 2002 (Olímpia x São Caetano); 2003 (Boca x Santos); 2007 (Boca x Grêmio); 2008 (LDU x Fluminense) e 2009 (Estudiantes x Cruzeiro).
Esta série negativa foi interrompida nos dois últimos anos com Internacional e Santos, que derrotaram Chivas-MEX e Peñarol nas finais.
Decidir a Libertadores em casa não é garantia de sucesso. Na história da competição, 21 equipes foram campeãs em suas casas, 17 festejaram o título na casa do adversário e houve 14 decisões em uma terceira partida, sempre realizada em campo neutro.
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