Dilma quer que a PF investigue explosão química em Santa Catarina

A presidente Dilma Rousseff ouviu na manhã de quinta-feira (26), no Palácio da Alvorada, um relato sobre a explosão em um galpão de produtos químicos em São Francisco do Sul, Santa Catarina. A presidente mostrou preocupação com o caso e com a extensão dos danos provocados e sugeriu a ação da Polícia Federal (PF) nas investigações.
Mais de 43 horas depois do início do incêndio na cidade portuária, os bombeiros ainda tentavam controlar a densa fumaça.
A presidente da Petrobrás, Graça Foster, que colocou à disposição da prefeitura funcionários e equipamentos especializados para contenção de acidentes.
As investigações das causas do incidente, por bombeiros e perícia, só começarão após a fumaça ser controlada. Segundo o militar, as imagens aéreas indicam que a fumaça ficou menos espessa e mais esbranquiçada, provavelmente por diminuição na toxicidade.
Os produtos de uma empresa de fertilizantes entraram em oxidação e provocaram o incêndio. A empresa enviou quatro técnicos para auxiliar no combate - eles trouxeram uma câmera térmica, que permite observar melhor os focos de calor.
A estratégia de combate ao incêndio foi a de esfriar a reação. Para isso, foram utilizados mais de 200 mil litros de água. Com um acesso melhor ao local, os bombeiros retiraram parte do material com retroescavadeira, para impedir que a reação se espalhasse.
O galpão, localizado às margens da BR-280 abrigava 10 mil toneladas de fertilizante à base de nitrato de amônia.
Viu um congestionamento, um buraco na via ou tem uma dica? A redação apura.
Colabore com a redação