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Entidades esportivas discutem o plano Brasil Medalhas 2016

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Entidades esportivas discutem o plano Brasil Medalhas 2016

O Ministério do Esporte promoveu, nesta semana em Brasília, reunião com representantes do Comitê Olímpico Brasileiro (COB) e de 25 confederações esportivas das modalidades olímpicas para discutir a aplicação do Plano Brasil Medalhas 2016, lançado pelo governo federal no dia 13 de setembro, com o objetivo de colocar o Brasil entre as 10 potências olímpicas e as cinco paraolímpicas a partir dos Jogos Rio 2016. 

Nesta primeira reunião de trabalho depois do lançamento das medidas, os dirigentes esportivos conheceram as diretrizes técnicas do ministério para o plano e opinaram sobre os procedimentos de apresentação dos projetos de cada modalidade.

Na abertura dos trabalhos, o secretário nacional de Esporte de Alto Rendimento, Ricardo Leyser, esclareceu o papel de cada parte (atletas, entidades, Ministério e empresas estatais) na execução do plano. “Com a escolha do país como sede dos Jogos Olímpicos, mudou a percepção do governo e da sociedade sobre o esporte. Nunca tivemos uma oportunidade tão boa no setor como agora”, lembrou Ricardo Leyser.

O secretário disse que a sistemática da destinação dos recursos será dinâmica, assim como o próprio esporte. “A oportunidade está aberta a todas as modalidades. Temos o critério técnico-esportivo como base para a inclusão de modalidades no plano, e vamos partilhar a definição de outros requisitos com o COB, confederações e empresas estatais. Se surgirem revelações em modalidades que hoje não estão contempladas, iremos analisar cada caso, sempre com a perspectiva de acolher – e não excluir – oportunidades de medalhas em 2016. Os dirigentes não precisam ficar preocupados com o quadro atual de esportes contemplados no plano. Sabemos da probabilidade de, em 2015, muita coisa ser diferente do que apresentamos agora. Por isso, o plano é dinâmico e revela uma fotografia de momento”, lembrou.

Plano

O Plano Brasil Medalhas 2016 é um aporte de R$ 1 bilhão a mais de investimentos públicos federais no esporte olímpico e paraolímpico entre 2013 e 2016. Desse montante, dois terços virão do Orçamento Geral da União (OGU) e um terço de investimento de empresas estatais. Esses recursos são novos em relação ao orçamento usual do Ministério do Esporte para o alto rendimento e a fontes de financiamento como a Lei Agnelo/Piva e a Lei de Incentivo ao Esporte.

Até o final do ano, o Ministério tem um calendário de novas conversações com as entidades e as empresas estatais para definir cada projeto e os critérios de acesso e de financiamento de ações como Bolsa Atleta Pódio, bolsa técnico, equipe multidisciplinar, aquisição de materiais, construção e reforma de centros de treinamento, participação em competições e programas de treinamentos, entre outras.

Ministério do Esporte

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