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Famílias maranhenses atribuem nota positiva ao Minha Casa Minha Vida

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Famílias maranhenses atribuem nota positiva ao Minha Casa Minha Vida

O ministro das Cidades, Aguinaldo Ribeiro, e o ministro da Secretaria de Assuntos Estratégicos (SAE) e presidente do Ipea, Marcelo Neri, apresentaram nesta quinta-feira (14), os resultados preliminares de uma pesquisa de satisfação feita com os beneficiários do programa Minha Casa Minha Vida, que buscou saber sobre questões como bem-estar, despesas e adequação da moradia e do entorno. A pesquisa foi realizada em mais de 7,6 mil moradias e faz parte do projeto Sistema de Indicadores de Percepção Social (SIPS) do Ipea.

Os maranhenses fizeram uma avaliação bastante positiva ao programa. Os beneficiários do estado atribuíram uma nota de 9,6 ao MCMV, atrás apenas dos mato-grossenses, que consideraram deram 9,8 em uma escala de 0 a 10. A média nacional foi de 8,8. "claro que existem alguns insatisfeitos podem estar no meio desse número, mas a grande maioria está satisfeita com o programa", esclareceu Marcelo Neri.

O presidente do Ipea apresentou também as características dos beneficiários e a satisfação dos moradores estabelecidos nas unidades há mais de 6 meses. Segundo o levantamento, as famílias gastam mensalmente 19% da renda bruta familiar com as despesas de moradia e pagamento de serviços públicos. "A percepção de qualidade de vida no Brasil melhorou e o valor das moradias também teve uma valorização com mais crescimento entre os mais pobres", destacou o Neri se referindo ao processo de desenvolvimento gerado desde a implantação do programa.

Durante a exposição, o ministro Aguinaldo Ribeiro aproveitou a oportunidade para anunciar os dados sobre o impacto socioeconômico do programa. “O nível de empregabilidade gerada pelo programa representa 2,6% do total da força de trabalho da economia brasileira.” O ministro ressaltou que o programa também foi um indutor na geração de empregos formais para os trabalhadores da construção civil. “Essse nível de empregabilidade que nós temos representa 2,6% do total da força de trabalho da economia brasileira”, disse.

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