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Filipinas: desafios continuam depois da passagem do tufão Haiyan

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Filipinas: desafios continuam depois da passagem do tufão Haiyan

A tempestade, que atingiu o país em 8 de novembro, deixou mais de 5,7 mil mortos e atingiu mais de 11 milhões em todo o país.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) disse que as prioridades nesse momento são expandir os serviços de saúde, reabrir as clínicas e hospitais danificados pelo tufão e prevenir o surgimento de novas doenças.

A agência quer também aumentar os serviços de atendimento na área de saúde mental. Os esforços de assistência estão mudando de emergência para programas de recuperação da área e das pessoas atingidas pelo Haiyan.

Desde o início das operações, a OMS tem trabalhado de perto com o governo filipino para coordenar a ajuda aos sobreviventes.

A agência da ONU alerta que os riscos de infecções continuam altos, principalmente em áreas muito povoadas e sem condições sanitárias adequadas, onde milhares de desabrigados estão alojados.

As autoridades estão preocupadas com o surgimento de doenças como sarampo, febre tifoide e dengue. Os médicos dizem que os principais problemas de saúde no país agora são infecções respiratórias, febre, diarreia, pressão alta e doenças da pele.

Ao mesmo tempo, o Programa Mundial de Alimentos, PMA, diz que foram entregues mais de 4 toneladas de arroz e quase 200 toneladas de biscoitos energéticos para 3 milhões de pessoas.

A Organização Internacional para Migrações, OIM, intensificou os trabalhos para fornecer abrigos e tendas para milhões de pessoas que perderam tudo na região central das Filipinas.

Segundo a OIM, mais de 1 milhão de residências foram danificadas ou destruídas pelo tufão Haiyan, deixando aproximadamente 4 milhões de desabrigados.

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