Governo reforça ações para combater transmissão de Malária no estado

Ações de combate à Malária foram intensificadas no interior do Estado, especialmente nos municípios de Itaipava do Grajaú e Centro Novo do Maranhão. As atividades, que fazem parte do Programa Estadual de Controle da Malária no Maranhão, são executadas pela Secretaria de Estado da Saúde (SES), por meio do Departamento de Controle de Endemias. O fortalecimento das ações do programa tem o objetivo de conter surtos endêmicos nas regiões e manter o Maranhão entre os estados que mais têm apresentado redução nos casos da doença.
No Maranhão, em 2017, foram registrados 32 casos autóctones, a maioria deles nos municípios de Itaipava do Grajaú e Centro Novo do Maranhão. Para evitar a transmissão da doença, o Governo do Estado está intensificando as atividades na região. Os casos diagnosticados estão sendo tratados e, em paralelo ao tratamento, estão em andamento estratégias de controle entomológico e epidemiológico.
As ações de prevenção incluem atividades de controle vetorial, através da borrifação intra-domiciliar com inseticida, além de reforço técnico com apoio de profissionais da Secretaria de Estado da Saúde (SES) aos municípios e fornecimento de equipamentos de proteção individual, usados na execução das atividades. “Com essas ações, esperamos interromper a transmissão nessas regiões e evitar novos casos da doença”, acrescenta Nelson Cavaleira.
Além de fortalecer as atividades do programa nesses dois municípios do estado, o Governo mantém a vigilância, monitorando as demais regiões. As atividades, desenvolvidas constantemente, beneficiam diretamente 23 municípios de regionais de saúde como Zé doca, Pinheiro e Santa Inês. O programa tem mantido a proposta de reduzir, em pelo menos 5%, os casos de malária de um ano para o outro.
O êxito das ações de combate à malária no estado resultou na aprovação do Plano de Demanda de Investimentos para apoio de Eliminação da Malária Falciparum no Maranhão, elaborado pelo programa. As ações do plano serão executadas com recurso na ordem de R$ 883 mil, do Fundo Nacional de Saúde (FNS). As atividades, com foco na eliminação do Plasmodiumfalciparum, protozoário parasita causador da malária, serão desenvolvidas entre os anos de 2017 e 2019.
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