Jato da Malásia desaparece sobre o Mar da China e não deixa pistas

Uma força-tarefa de nove países trabalha nas últimas 72 horas para descobrir uma única pista do jato do voo 370, que desapareceu sobre o Mar da China, na madrugada de sábado (sexta-feira, 7, 13h, horário de Brasília). O avião da Malaysian Airlines transportava 239 pessoas (12 tripulantes). Diante do mistério sobre o paradeiro do jato, as autoridades começam a ampliar o perímetro de buscas, nesta segunda-feira (10).
Equipes de busca do Vietnã, China, Cingapura, Indonésia, Estados Unidos, Tailândia, Austrália, Filipinas e Nova Zelândia trabalham em conjunto desde o desaparecimento da aeronave.
O jato 777-200ER é tido com um dos aviões mais seguros do mundo e especialistas aeronáuticos vem descartando falhas técnicas no equipamento que pudessem ter provocado um suposto acidente.
O jato decolou de Kuala Lumpur pouco antes da 1h00 da manhã de sábado, horário local para fazer o voo 370 até Pequim, China. O último contato com os controladores de voo foi feito pouco antes das 2h da madrugada (14h, de sexta-feira, horário de Brasília).
Operadores de segurança aérea trabalham com a possilbilidade de que o aparelho teria feito uma manobra inesperada, aparententemente para tentar voltar a Lumpur.
Passaportes roubados
Dois passageiros com traços europeus estariam a bordo com passaportes roubados, em 2012, na Tailândia. Os documentos eram de um austríaco e de um italiano. Apesar disso, as autoridades são cautelosas quanto à ideia de que tenha havido um sequestro da aeronave.
“É prematura qualquer opinião sobre sequestro da aeronave na região, embora o uso de passaportes roubados seja motivo de de grande preocupação para nós”, disse, em nota, o secretário geral da Interpol ( Polícia Internacional), Ronaldo Noble.
Viu um congestionamento, um buraco na via ou tem uma dica? A redação apura.
Colabore com a redação