Jovens e adultos participam da oficina de quadrinhos

Lápis, papel e muita criatividade. Com apenas estes requisitos básicos, alunos da oficina de quadrinhos, promovida pela Galeria Trapiche Santo Ângelo em parceria com o Centro de Artes Japiaçu (CAJ), encerrada na última sexta-feira (6), aprenderam técnicas básicas de como contar histórias por meio de desenhos.
Esta é a segunda vez que a Galeria Trapiche e o Centro de Artes Japiaçu realizam a oficina. "Nosso objetivo é apresentar para os alunos todas as etapas do processo de construção de uma história em quadrinhos, criação do roteiro, definição e caracterização dos personagens, storyboard, tipos de balões, onomatopeias e a diagramação da página para impressão", disse Jackes Rocha, ministrante da oficina.
Na oficina, os alunos levam os argumentos da história que vão desenvolver e a ideia é transformada em roteiro para a criação dos quadrinhos. "Para fazer o curso não precisa desenhar bem, mas precisa ter um bom traço, aqui, focamos no processo de construção dos quadrinhos", explicou Jackes.
Um destes talentos foi o aluno José Vitor, de 25 anos. Ele contou que desde criança sempre gostou de desenhar por influência de um tio caricatunista. "Eu sempre gostei muito de desenhar e tinha como referência os mangás, as animações de televisão, a série cavaleiros do zodíaco, e costumo desenhar caricaturas. Quis fazer a oficina para aprender a técnica dos quadrinhos e quero desenvolver mais esse trabalho", falou.
Oficinas
Para a diretora da Galeria Trapiche, Camila Grimaldi, as oficinas promovidas pelo equipamento cultural têm o caráter de fomento. "Temos organizado um planejamento de ações ao longo do ano que estimulem essa produção no segmento do é realizar uma próxima oficina durante a Feira do Livro de São Luís, com a presença de um desenhista de renome nacional.
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