Lâmpadas incandescentes mais populares sairão do mercado até o fim de junho

Lâmpadas incandescentes vão sair de vez do mercado. A invenção de Thomas Alva Edison, no fim do século 19, será substituída pelas fluorescentes e de led que são mais modernas e de consumo baixo.
A proibição da venda e produção de lâmpadas incandescentes com potência acima de 101 watts já começou desde junho de 2013. A partir do início de 2014, a produção de lâmpadas desse tipo com potência de 61 a 101 watts também cessará. Para a comercialização, por varejistas e atacadistas, o prazo é até 30 de junho deste ano. Até a metade de 2017, a proibição atingirá as lâmpadas incandescentes de qualquer potência que não se adequarem.
O problema é que as lâmpadas incandescentes não são sustentáveis: gastam mais energia, iluminam menos e têm vida útil menor do que os produtos mais recentes – ao menos seis vezes inferior do que a das fluorescentes, por exemplo. Elas produzem 5% luz e 95% calor.
As lâmpadas de led ainda não oferecem preços atrativos para a maioria dos consumidores. Uma lâmpada dessas custa até cinco vezes mais do que uma comum. O consumo deste tipo de lâmpada foi de 17 milhões em 2013, contra 250 milhões de incandescentes e 200 milhões de fluorescentes compactas.
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