Maranhão é reconhecido oficialmente como livre da febre aftosa; gado poderá ser exportado

O ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Antônio Andrade, esteve em São Luís para assinar a instrução normativa federal que reconhece, oficialmente, o estado do Maranhão como zona livre de febre aftosa com vacinação.
Entre as mudanças, a possibilidade de exportar o gado maranhense. A solenidade aconteceu na tarde desta segunda-feira (2), no Parque Independência, em São Luís.
Os dados divulgados pelo governo federal apontam investimentos milionários, além de convênios, ações de execução direta para as regiões Nordeste e Pará.
Assim, passam a ficar em regiões livres da doença os Estados de Alagoas, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Pará, Piauí e Rio Grande do Norte, de acordo com dados do Ministério, lançados no mês passado.
Mas que agora passam a ter ainda mais valor é que a instrução normativa federal que reconhecerá os Estados como zona livre de febre aftosa com vacinação foi assinada pelo Ministro Antônio Andrade e a Governadora Roseana Sarney.
O gado que antes de ser vendido inteiro, passava por uma quarentena, agora pode ser exportado, desde que esteja vacinado, de forma livre. O Maranhão é considerado o segundo maior produtor de carne do país.
O projeto de ampliação de zona livre da febre aftosa foi criado desde 2001. A intenção agora é representar o Brasil na Assembléia Ordinária Anual e receber o reconhecimento internacional de zona livre.
A febre aftosa é uma doença contagiosa que atinge em geral os bovinos de leite, de corte e os suínos, presente em vários continentes, só pode ser tratado através da vacina.
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