Maranhão enfrenta hiperendemia de hanseníase

O Maranhão enfrenta uma hiperendemia de hanseníase. Por esse motivo, o Ministério da Saúde liberou uma verba extra para combater a doença. Pelos menos sete cidades serão beneficiadas com ações, entre elas, a capital, São Luís.
A taxa de incidência da doença no Maranhão é de 46,2 casos para cada 100 mil habitantes, quando o ideal seria um índice menor do que 10 casos para a mesma população. É por isso que o estado enfrenta o que se chama de hiperendemia.
A preocupação com o elevado número de ocorrências levou o Ministério da Saúde a liberar R$ 15 milhões para a causa. Dessa verba, dois milhões serão para atendimento de maranhenses que enfrentam a popular lepra.
Entre os municípios que serão beneficiados com ações de diagnóstico, tratamento e vigilância contra a hanseníase estão: São Luís, Timon, Açailândia, Codó, Caxias, Imperatriz e São José de Ribamar.
A doença já foi bem mais estigmatizada. Hoje há tratamento e, principalmente, cura para os doentes. Mas o tempo do contágio ao aparecimento dos sintomas é de 2 a 5 anos. Aos primeiros indícios de hanseníase, basta procurar uma unidade de saúde da rede pública. A cura é assegurada em 80% dos casos.
Saiba mais na reportagem de Laís Rocha:
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