Minifórum do SWU discute o tema do voluntariado com universitários da Metodista

O modelo de pocket show e minifórum nas universidades de São Paulo, desenvolvido pelo movimento SWU (Starts With You – Começa com Você), terá a terceira edição na Universidade Metodista de São Paulo – Campus Rudge Ramos, em São Bernardo do Campo, no próximo sábado, dia 1º de outubro. Em comemoração ao dia da Universidade Aberta, os alunos terão a oportunidade de discutir o tema do voluntariado e, em seguida, aproveitar o show de graça do Marcelo Yuka, fundador do grupo O Rappa. O objetivo do pocket show e do minifórum é justamente reproduz no ambiente universitário o modelo que conquistou o público jovem nos três dias do festival SWU no ano passado e que se repete este ano, entre 12 e 14 de novembro, na cidade paulista de Paulínia.
No Campus Rudge Ramos, em São Bernardo do Campo, os alunos da Metodista poderão curtir o show de Marcelo Yuka, fundador do grupo O Rappa, e participar de um minifórum sobre voluntariado com o próprio Yuka, o diretor social da ONG Um Teto para Meu País, o chileno Ricardo Ignacio Montero Allende, a professora titular Waverli Maia Matarazzo Neuberger, que coordena o Programa Metodista Sustentável, a pesquisadora Elizabete Cristina Costa Renders, responsável pela coordenadoria de inclusão cultural, com a intermediação de Isaac Edington, criador e diretor-presidente do Instituto EcoDesenvolvimento.
Os pocket shows+mini-fóruns em faculdades são uma iniciativa do SWU para aproximar o público universitário dos temas ligados à sustentabilidade. São também um “esquenta” do movimento para o grande Fórum Global de Sustentabilidade que acontece dentro do seu festival de música, em novembro.
Para entrar no evento, os alunos da Metodista devem levar 1 quilo de alimento não perecível, que serão destinados à ONG Prato Cheio. A instituição trabalha para reduzir o desperdício de alimentos e melhorar os hábitos nutricionais de comunidades carentes. A cada semana, são arrecadadas três toneladas de comida que beneficiam 51 instituições sem fins lucrativos na Grande São Paulo, atendendo a mais de 9.000 pessoas em situação de risco.
No anfiteatro Sigma, onde será realizado o minifórum a partir das 15h, cada palestrante terá 15 minutos para falar sobre as suas experiências pessoais por um mundo melhor e pelo desenvolvimento da sustentabilidade. Depois, meia hora de discussão, com a participação dos alunos. O show está programado para 17h e será ao lado da capela da Metodista, na praça do edifício Delta.
Palestrantes do minifórum
Além de ser um dos fundadores, baterista e principal letrista do grupo O Rappa, o músico Marcelo Yuka é um artista engajado socialmente, que propaga soluções humanitárias para o problema da violência no país. Yuka também já participou ativamente de vários projetos sociais. Atuou em parceria com o AfroReggae, com a FASE (Federação de Órgãos para Assistência Social e Educacional do Rio de Janeiro) e junto à comunidade do Morro Santa Marta. É fundador do F.U.R.T.O. (Frente Urbana de Trabalhos Organizados) e também fundador da B.O.C.A. (Brigada Organizada de Cultura Ativista), que leva cultura e educação para entidades carcerárias.
Ricardo Ignacio Montero Allende é diretor social da ONG Um Teto para Meu País, parceira do SWU, que recentemente, reuniu mais de 1.000 voluntários na construção de 50 casas em um final de semana, em Carapicuíba, na Grande São Paulo. A instituição vem angariando cada vez mais jovens voluntários interessados em dedicar tempo e esforço para a construção de moradias emergenciais em comunidades carentes. Ricardo é advogado formado pela Universidade Católica do Chile e bacharel em Ciências Sociais e Humanidades. Na ONG Um Teto, já trabalhou como coordenador geral das construções, formação e voluntariado e diretor latino-americano da área jurídica. De maneira voluntária, Ricardo já trabalhou em situações de catástrofe natural, como os terremotos no Peru, em 2007, e no sul do Chile, em 2010.
A professora titular Waverli Maia Matarazzo Neuberger é docente universitária há mais de trinta anos nas áreas de Ecologia e Conservação da Natureza e, hoje, coordena o Programa Metodista Sustentável. Waverli é bióloga com mestrado e doutorado pela Universidade de São Paulo, atualmente, coordena o curso de Gestão Ambiental e a Agência Ambiental da Universidade Metodista, além de ser responsável pela formulação do Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Ambiental da universidade. A professora possui especialização em Educação para a Sustentabilidade no Schumacher College, na Inglaterra e está cursando especialização em Biologia Cultural no MIT, em Boston, nos Estados Unidos.
Também da Metodista, a educadora Elizabete Cristina Costa Renders é responsável pela Coordenadoria de Extensão e Inclusão na instituição. Elizabete trabalha como pesquisadora no Laboratório de Estudos e Pesquisas em Ensino e Diversidade, na Unicamp, e no Núcleo de Educação em Direitos Humanos, na UMESP. Em seu trabalho, destacam-se os temas como inclusão escolar, acessibilidade no ensino superior, LIBRAS, inclusão nos espaços eclesiais e Educação em Direitos Humanos.
O mediador Isaac Edington é criador e diretor-presidente do Instituto EcoDesenvolvimento e também responsável pelo portal EcoD, o maior provedor de conteúdos sobre sustentabilidade da internet brasileira. Isaac é parceiro do SWU, formado em administração, pós-graduado em Psicologia Organizacional com MBA pela Amana-Key e formação complementar pela Stanford School of Business e Gestão Responsável para Sustentabilidade pela Fundação Dom Cabral.
Sobre o SWU
O SWU (Starts With You – Começa Com Você) é um movimento que convida a repensar atitudes, trazendo o debate sobre sustentabilidade para a esfera individual de ação – demonstrando como as nossas escolhas diárias podem contribuir para um mundo mais equilibrado econômica, social e ambientalmente. Idealizado pelo Grupo Totalcom, de Eduardo Fischer, o movimento teve início em junho de 2010 com uma plataforma de ações de comunicação e engajamento que teve como seu primeiro grande marco de celebração o SWU Music & Arts Festival.
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