Polícia combate exploração sexual contra crianças na internet

Foi deflagrada, no início da manhã desta quinta-feira (28), a Operação Luz na Infância 4, com o objetivo de identificar autores dos crimes de abuso e exploração sexual contra crianças e adolescentes praticados na internet.
Suspeitos de produzir, armazenar e compartilhar pornografia infantil foram presos em uma grande operação que envolveu 1.500 policiais.
A força-tarefa investiga a produção de pornografia infantil, armazenamento e compartilhamento.
Os policiais cumprem 266 mandados de busca e apreensão, em 133 cidades. No Maranhão, uma pessoa foi presa.
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A investigação foi possível graças à equipe do Laboratório de Inteligência Cibernética da Secretaria de Operações Integradas do Ministério da Justiça. Os profissionais encontraram informações por meio da internet.
Todo o material coletado foi enviado às Polícias Civis para apuração das Delegacias de Proteção à Criança e ao Adolescente e de Repressão a Crimes Informáticos.
Com fotos, vídeos e dados, os delegados instauraram inquéritos e solicitaram mandados de buscas e apreensão para a Justiça.
Segundo o Ministério da Justiça, a operação tem policiais articulados em 133 cidades do País. Quem for condenado, as penas variam de 1 a 4 anos de prisão. Para quem compartilha, a pena é de 3 a 6 anos de prisão. O suspeito que produzir o conteúdo pode ser condenado entre 4 a 8 anos de prisão.
Para a operação, o Ministério da Justiça encontrou 237 mil arquivos, um volume de 710 GB de dados. Tudo com material de pornografia.
A pena para quem armazena esse tipo de conteúdo varia de 1 a 4 anos de prisão, de 3 a 6 anos de prisão por compartilhar e de 4 a 8 anos de prisão por produzir conteúdo relacionado aos crimes de exploração sexual.
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