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Polícia investiga homicídio em operação de reintegração de posse no Turu

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Polícia investiga homicídio em operação de reintegração de posse no Turu

A cúpula do Sistema de Segurança Pública esclareceu durante entrevista coletiva concedida à imprensa, na tarde desta quinta-feira (13), que está apurando a ocorrência envolvendo a ação de reintegração de posse no Turu, que vitimou Fagner Barros dos Santos, de 18 anos, que veio a óbito.

Em coletiva, a Secretaria esclareceu que o policial Marcelo Monteiro dos Santos foi detido e autuado em flagrante delito na Delegacia de Homicídios. Ele responderá a processo, que vai apurar responsabilidade do ocorrido.
 
Na coletiva, o secretário de Segurança Pública, Jefferson Portela, acompanhado do comandante-geral da Polícia Militar, coronel Marco Antônio Alves e do delegado-geral de Polícia Civil, Augusto Barros, detalhou a ação dos policiais militares e o andamento das investigações a fim de apurar a ocorrência.
 
Eles explicaram que Fagner Barros dos Santos chegou a ser socorrido, mas não resistiu aos ferimentos. O comando da Polícia Militar está adotando todas as providências a fim de esclarecer os fatos.
 
“Nenhum fato relacionado a este evento ficará sem apuração. Estamos no início e no curso das investigações. A operação foi montada para cumprimento da decisão judicial com todos os parâmetros que tem toda e qualquer reintegração de posse. A Polícia Militar fez o planejamento da operação e na execução tivemos esse grave e lamentável problema, com um disparo de arma de fogo que vitimou um cidadão”, explicou o secretário de Segurança Pública.
 
O secretário Jefferson Portela disse, ainda, que a área estava ocupada por um grupo de pessoas e que após persistir a ocupação, a representação dos proprietários do local acionou a Justiça. Após esse trâmite legal foi decretada a reintegração de posse.
 
O cabo da polícia Militar, Marcelo Monteiro foi conduzido, imediatamente, para a Delegacia de Homicídios e apresentado pela própria polícia. Ele é apontado como o autor do disparo.
 
Ainda de acordo com a Secretaria de Segurança Pública, os delegados da Polícia Civil farão o procedimento, inaugurando o inquérito policial, e, dentro do prazo da lei, concluirão o relatório com todos os dados coletados no período do aprofundamento da investigação.
 
“A administração pública é regida pelo princípio da Legalidade e ele (o princípio) deve observado, também, nas operações policiais, ainda quando haja situação de risco e resistência”, completou Jefferson Portela.
 

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