Pós-maternidade: Letícia Birkheuer volta a jogar vôlei

Depois de quase um ano de dedicação exclusiva ao filho, João Guilherme, Letícia Birkheuer voltou a dedicar um tempo só para si. Morando há cerca de um ano em São Paulo, a modelo e atriz sentia falta de suas corridas na orla do Rio, das partidas de vôlei na praia e dos exercícios ao ar livre.
Foi depois de entrar para um clube da capital paulista que ela redescobriu o vôlei de quadra, que jogava antes de ser modelo, e passou até a competir.
“Sempre foi meu esporte preferido. Acho que essa adrenalina que o vôlei gera, essa coisa da competição, dos jogos, é muito gostoso. Me faz me sentir muito melhor. Acho que eu melhorei meu humor, meu condicionamento físico, estou mais animada até pra malhar e fazer musculação. Estou adorando. O esporte em equipe eu acho que é muito importante, você acaba fazendo novas amizades, se distrai, fala sobre outras coisas, tem um novo grupo de pessoas que você convive, então isso tudo eu acho que é válido”, contou ela ao EGO antes de começar mais uma partida pelo time master do clube Hebraica.
Vida pós-maternidade
Letícia confessa que não foi fácil começar a deixar o filho em casa para curtir momentos só seus: “Há um tempo atrás eu não estava conseguindo fazer muita coisa, nem mesmo academia, porque ficava naquela coisa: ‘ah, vou deixar ele?’, ‘ai, que peninha’... Mas chega uma hora que você tem que fazer algumas coisas por você. Até porque em breve eu vou voltar a trabalhar então eu já tenho que começar a ter esses meus momentos.”
O vôlei foi o grande motivador de Letícia: “O esporte, para mim, é um bem muito grande: melhora meu humor, eu fico uma pessoa mais agradável, então é bom. A gente começa a treinar às 20h e nesse horário meu filho já está na cama, então é mais fácil deixá-lo. Fico o dia todo com ele e venho pra cá.”
Letícia conta que depois da maternidade sua vida passou a girar em torno de João Guilherme - atualmente com um ano -, mas sabe que é preciso se policiar para não ser uma mãe que vive apenas para o filho:
“Eu acho que sou uma mãe que protege bastante, mas também sou uma mãe que pensa que daqui a pouco ele vai começar a escolinha, que ele tem que conviver com outras crianças. Ele tem que socializar. Tem que proteger sim, mas tem que também dar segurança para a criança saber dar o primeiro passo. A vida é isso. Você vai se deparar com situações em que você tem que saber se defender”.
O marido e empresário Alexandre Furmanovicht, é menos preocupado: “Não que ele não seja protetor, só é menos preocupado. Mas eu não acho que isso é uma característica do meu marido, acho que é do gênero”, diz, rindo.
Viu um congestionamento, um buraco na via ou tem uma dica? A redação apura.
Colabore com a redação