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Prefeitura instala pluviômetros em áreas de risco da capital

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Prefeitura instala pluviômetros em áreas de risco da capital

A Secretaria de Segurança com Cidadania (Semusc), por meio da Defesa Civil Municipal, instalou oito pluviômetros nas principais áreas de risco da cidade. O objetivo é adotar mais essa medida como segurança às áreas mapeadas como de risco. A instalação faz parte da agenda estratégica dos primeiros 120 dias de governo.

Os equipamentos estão instalados nos bairros Salina, Coroadinho, Itaqui-Bacanga (Corpo de Bombeiros), Vila Embratel, Vila Funil, Vila Airton Sena, Vila Lobão e Alemanha (sede da Semusc).

Os pluviômetros foram desenvolvidos pelo Centro de Meteorologia da Universidade Estadual do Maranhão (Uema) com o reaproveitamento de garrafas pet de 10 litros, que permite o registro da quantidade da água da chuva, para mapear um raio de abrangência de 10 km. Os aparelhos, que estão distribuídos estrategicamente nas principais áreas de risco, servirão de base para futuros estudos dos órgãos competentes, além de meio de informação a comunidade que reside nessas localidades.

“São equipamentos simples, com custos baixo, feitos com o reaproveitamento de garrafas de água mineral. Esses equipamentos servirão de subsídios para realização de estudos, como o nível pluviométrico anual, identificação das localidades que mais sofrem mais com as chuvas, e uma forma de conscientização da comunidade sobre a situação da área que residem", avaliou a superintendente da  Defesa Civil, Elitânia Barros.

Plano de contingência

No último dia 11, a Semusc anunciou o resultado do Plano de Contingência contra catástrofes. O instrumento inclui o planejamento do emprego de recursos disponíveis pelos órgãos municipais, estaduais e federais otimizando o tempo de resposta do poder público em casos de desastre

O Plano apresenta uma lista de ações a serem desenvolvidas em catástrofes, assim como o contato direto das instituições parceiras para o atendimento dos problemas, com as respectivas contribuições, recursos humanos e materiais que cada órgão pode oferecer.

As causas de desastres como inundações e alagamentos também estão analisadas no Plano. O primeiro é atribuído, sobretudo às construções irregulares nas bacias do Rio Anil e Bacanga. Já o segundo está associado, principalmente, com a deficiência de escoamento das águas pluviais provocado, na maioria das vezes, pelo acúmulo de lixo descartado de forma irregular.

As principais ações estão na mobilização social, criação do gabinete de crises e ações coordenadas, disponibilização de órgãos para execução de convênios no intuito de buscar soluções para as vulnerabilidades identificadas.

O Plano identifica 65 áreas de risco em São Luís. O registro tem redobrado as ações de trabalho da Defesa Civil com monitoramento diários, dividido em equipes de engenheiros para avaliar as condições de novas áreas mapeadas e outra equipe técnica nas áreas de deslizamentos de encostas. A intenção do órgão é a implantação de novos Núcleos Comunitários da Defesa Civil, de forma que a própria comunidade tenha ciência dos riscos de permanecer em áreas vulneráveis a tragédias naturais.

 

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