Professores da UFMA já estão em greve

65% das Universidades Federais aderiram a greve dos professores que teve início hoje. A UFMA está entre elas. A categoria decidiu aderir ao movimento nacional na semana passada em assembleia geral.
O comando de greve afirma que 1/3 do período letivo já foi cumprido e que não tem como saber ainda, se a greve vai atrasar o calendário de aulas.
De acordo com a Apruma, o Ministério da Educação ofereceu um reajuste de 4% nos vencimentos básicos, mas a categoria considerou o valor abaixo do esperado.
*Reivindicações
Pauta Nacional
Carreira única com incorporação das gratificações em 13 níveis remuneratórios, com variação de 5% entre níveis a partir do piso correspondente ao salário mínimo do DIEESE/20h, e percentuais de acréscimo relativos à titulação e ao regime de trabalho;
Pauta Local
* Limites no número de alunos por turma (a ser definido por cada departamento acadêmico e COLUN) e de horas aulas (máximo de 12h, para contratos de 40h);
* Ampliação e reformas na estrutura física sejam planejadas de forma a atender as necessidades e especificidades de cada curso;
* Garantir gabinetes climatizados em número suficiente para os professores;
* Concurso público para contratação de professores e técnicos administrativos para garantir a qualidade de ensino;
* Autonomia das Unidades Acadêmicas;
* Manutenção dos dois períodos letivos regulares (acabar com os períodos especiais);
* Discutir com a COMUNIDADE ACADÊMICA critérios para abertura de novos campi e/ou Centros Acadêmicos;
* Distribuição de Recursos Financeiros entre os Centros (Unidades acadêmicas) de forma democrática e transparente (contra a “política de balcão”);
* Construção democrática do Plano de Desenvolvimento Institucional;
* Revogar a resolução que prevê pagamento de inscrição na Pós-Graduação, e acabar com todas as formas de privatização na UFMA;
* Fim das Fundações de Apoio;
* Ampliar o debate sobre os cursos de Educação à Distância (EAD);
* Instalação de uma estatuinte que permita uma discussão democrática da estrutura e gestão da UFMA;
* Eleição direta e paritária para todos os níveis (reitor; diretor de centro; chefias de departamento e coordenação de curso, inclusive para o Colégio Universitário);
* Autonomia do Hospital Universitário;
* Não aprovação da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares pelo CONSUN.
Viu um congestionamento, um buraco na via ou tem uma dica? A redação apura.
Colabore com a redação