Professores fazem greve de fome por melhores condições de trabalho, no Paraguai

Empossado no último dia 15, o presidente Horácio Cartes enfrenta a primeira greve de servidores públicos do Paraguai: os professores iniciaram nesta quinta-feira uma greve de fome por melhores condições de trabalho e salários mais justos.
Cerca 50 professores estão acampados em frente ao Congresso Nacional, na capital Assunção. Os professores reivindicam a revisão do número de aulas, aumento salarial e a concessão de benefícios trabalhistas.
A Federação dos Educadores do Paraguai afirma que a greve de fome deve durar até o dia 29. Os professores querem audiências com o presidente do Paraguai, Horacio Cartes, e a ministra da Educação, Marta Lafuente.
O vice-presidente da FEP, Javier Benítez, disse que participam dos atos professores de várias regiões do país. A greve e os protestos ocorrem no momento do retorno às aulas, após as férias de inverno.
Marta Lafuente reclamou da possibilidade de os alunos ficarem sem aula em decorrência do protesto dos professores. “Estamos conversando para organizar um plano para reduzir os danos”, disse ela.
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