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Psicóloga explica sobre as causas do medo de dirigir

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Psicóloga explica sobre as causas do medo de dirigir

Para muita gente, o dia já começa numa contagem frenética que tenta frear os ponteiros do relógio. Tantas tarefas e compromissos na rotina da maioria dos trabalhadores brasileiros levam à impaciência e à ansiedade, que, de acordo com psicólogos, caminha ao lado de outra sensação negativa: o medo.

Impacientes, apressadas, ansiosas e medrosas, as pessoas precisam sair de casa e, no meio do caminho, no trânsito, parecem só encontrar mais motivos para aumentar essa carga de sentimentos ruins e tudo vira um problema: o semáforo que fecha, o motorista que não dá passagem, o cruzamento que fica bloqueado, os incontáveis congestionamentos, etc. Todas essas preocupações resultam, geralmente, em acidentes de trânsito, como mostram os levantamentos da Associação Brasileira de Medicina do Tráfego (ABRAMET).

Humor em baixa

De acordo com o médico Dirceu Rodrigues Alves Júnior, responsável pelo Departamento de Medicina do Tráfego Ocupacional da (ABRAMET), o aumento do potencial elétrico nas pessoas pode ocasionar perturbações nas funções dos neurotransmissores, por exemplo, e isso ser notado.

"Sabemos que torres de celular, antenas de TV e altos níveis de poluição eletromagnética na atmosfera provocam aumento do potencial bioelétrico que é capaz de provocar alterações nas ligações neuronais e baixa produção de serotonina. Esta substância, além de sedativa e calmante, é aquela capaz de elevar o humor e produzir sensação de bem estar", explica o especialista.

Portanto, no trânsito, com estresse físico, psicológico, social e a chamada desvitalização bioenergética, perde-se o controle dos impulsos.

A psicóloga Sarah Lopes, do Hapvida Saúde, explica que o medo pode ser paralisante para muitos condutores de veículos. "O trânsito tem sido visto como fator estressante da dinâmica diária e, para os condutores de primeira viagem, torna-se um fator estressante e perigoso. Porém, deve-se ressaltar que pessoas inseguras possuem uma maior predisposição ao medo ao volante", revela a especialista.

Conflitos, equilíbrio e sensatez

Então, diante de qualquer problema ou conflito no trânsito, a psicóloga orienta que o melhor é acionar órgãos intermediadores competentes para a função de averiguar e julgar situações como acidentes, por exemplo, pois  a inexperiência ou o fato de alguns motoristas cometerem irregularidades faz com que se queira resolver o problema de qualquer forma, por conta própria, o que nem sempre pode acabar bem. O ideal é manter o equilíbrio é sempre buscar ajuda.

Informações assessoria

 

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