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Reconstituição: vigia mantém 1° versão e diz não se lembrar de ter esfaqueado Brunno Matos

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Reconstituição: vigia mantém 1° versão e diz não se lembrar de ter esfaqueado Brunno Matos

A reconstituição do assassinato do advogado Brunno Matos, morto a facadas no dia 6 de outubro após uma festa, foi realizada na madrugada desta quarta-feira (19), no Olho d’Água, em São Luís.

A ação começou por volta das 3h, horário em que estava acontecendo à festa no dia do crime. Delegados, policiais e peritos do Instituto de Criminalística (Icrim) acompanharam a reprodução da cena do crime.

No local, os três suspeitos Carlos Humberto Marão Filho, o vigilante João José Nascimento Gomes o estudante Diego Polary e as testemunhas Alexandre Soares Matos irmão do advogado e o amigo Kelvin Chiang, deram a sua versão sobre o que aconteceu naquele dia.

De acordo com informações do diretor do Icrim, Carlos Henrique Roxo, o irmão da vítima, que também saiu ferido da confusão foi o primeiro a falar. Assim como no depoimento, ele acusou Diego Polary de ser o autor dos golpes desferidos contra Brunno e contra ele. Diego Polary negou mais uma vez ter participado da briga, contradizendo outra versão, a de Kelvin Chiang, amigo de bruno.

Já o suspeito, Carlos Marão Filho, negou a participação do crime e contou que sofreu agressões, viu alguém ferido e escutou o vigia gritar: “matei uma pessoa”. Ainda segundo o Icrim, na vez do vigia João Nascimento, ele manteve a versão de que teria desferido os golpes contra Kelvin Chiang, mas não se lembra de ter esfaqueado o advogado.

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Com base nas informações dos envolvidos, um laudo pericial deve ficar pronto nos próximos 15 dias pra ser entregue a justiça. Algumas dúvidas foram esclarecidas.

De acordo com a polícia, falta ainda o resultado da perícia na faca utilizada no crime. O vigia e Marão permanecem presos. Uma reunião pra avaliar os avanços nas investigações está marcada pra tarde desta quarta-feira (19).

Entenda o caso

O advogado Bruno Eduardo Matos, de 29 anos, foi assassinado na madrugada do dia 6 de outubro, após um festa em uma residência no bairro do Olho d’Água, em São Luís. Além de Bruno, mais duas pessoas foram feridas e chegaram a ser hospitalizadas em estado grave: Alexandre Soares, irmão do advogado, e Kelvin Chiang. Os dois atualmente estão bem.

Os principais suspeitos, Carlos Humberto Marão Filho, de 38 anos, e o vigilante João José Nascimento Gomes, estão presos e devem continuar detidos até o fim das investigações. Um terceiro nome, Diego Polary, também está sendo investigado sob suspeita de participação no crime.

Saiba mais na reportagem abaixo:

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