Roberto Rocha desmente notícia sobre aumento de passagem

O vice-prefeito eleito de São Luís, Roberto Rocha utilizou as redes sociais para esclarecer algumas notícias que estavam sendo veiculadas na capital. Segundo afirmou o presidente da Comissão de Transição, estava sendo divulgado ele teria dito que iria aumentar o preço da passagem em São Luís.
Conforme esclareceu Roberto Rocha, ele foi chamado para uma “reunião com Promotoria de Defesa do Consumidor, no gabinete do presidente da Comissão de Defesa do Consumidor da Assembléia Legislativa do Maranhão, deputado Bira do Pindaré, onde foi informado da situação do transporte coletivo da capital maranhense.
Ele afirma ainda, em seu perfil na rede social, que a empresa que opera a bilhetagem eletrônica esta há seis meses sem receber, e ameaça paralisar o serviço. Diz também que ex-prefeito Tadeu Palácio fez um acordo com as empresas para elas não pagarem ISS, principal imposto da cidade, em troca, não haveria reajuste de tarifa. No entanto, na gestão de João Castelo, houve um reajuste em 2010, foi criada a “domingueira” e a prefeitura se comprometeu a subsidiar as empresas, mas não o fez.
Em seu pronunciamento, Roberto Rocha explica que ele afirmou apenas que esse não pagamento do ISS é ilegal, portanto, as empresas estão inadimplentes e por isso não podem participar tirar certidão negativa e nem participar de licitações para continuar prestando serviço em São Luís. A realização de licitação para contratar empresas de transporte público, foi prometida durante a campanha.
“Disse e repito: as empresas locais não podem participar da licitação porque estão inadimplentes e as de outros estados não têm interesse, pois alegam que a tarifa praticada em São Luis está defasada, sendo a mais baixa do Brasil”. Afirmou Roberto Rocha.
Agora, há possibilidade de uma nova paralisação dos rodoviários, pois, de acordo com o Ministério Público, as empresas estão com dificuldades para pagarem o 13° salário, o que para o vice-prefeito eleito “não é apenas um problema de empresa privada, é um problema da cidade.”
“E não tem mais como empurrar para debaixo do tapete. É preciso enfrentar a questão. Colocar o dedo na ferida. Problematizar a discussão. Disse que a cidade precisa fazer uma auditoria, uma revisão na tarifa, através de uma comissão representativa da sociedade, que pode concluir pela necessidade de ajustar a tarifa, ou não.” afirmou.
Roberto Rocha disse ainda, que “governo Edivaldo não tem condições, mesmo com a prerrogativa que é dada ao prefeito pelo art. 102 da Lei 3.430, de conceder aumento de tarifa por decisão solitária.” Segundo ele, essa informação foi repassada tanto ao MP quanto na entrevista a um jornal impresso da capital, que divulgou a matéria, mas conforme ele mesmo diz, é fiel e a manchete é maldosa.
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