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Saúde autoriza R$ 883 mil para eliminação de malária no Maranhão

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Saúde autoriza R$ 883 mil para eliminação de malária no Maranhão

O Maranhão está recebendo um investimento de R$ 833 mil para a intensificação das ações de combate e controle de malária.

O recurso liberado pelo Ministério da Saúde é repassado em parcela única do Fundo Nacional de Saúde para o Fundo Estadual de Saúde do estado do Maranhão e será destinado à operacionalização de ações de eliminação da doença no estado, com ênfase na malária por Plasmodium falciparum, permitindo reforço nos transportes, ações de controle vetorial, diagnóstico, infraestrutura e material de informática.

A Secretaria Estadual de Saúde do Maranhão será responsável pela aquisição de insumos e equipamentos como veículos, barcos, microscópios e computadores para posterior distribuição aos municípios do estado.

A portaria que autoriza esse repasse foi assinada recentemente pelo ministro da Saúde, Ricardo Barros. No total, quase R$ 12 milhões serão investidos em nove estados localizados na região Amazônica (Acre, Amapá, Amazonas, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins), área que concentra mais de 99% dos casos de malária registrados no país. 

Buscando atingir os Objetivos do Milênio (reduzir 75% a incidência da malária entre 2000 e 2015), o Brasil avançou muito no controle da doença. O número de casos notificados caiu de 615.246 em 2000 para 143.162 em 2015, uma redução de 77%, sendo o menor número dos últimos 36 anos. Na mesma tendência, é observada queda de 86% no número de óbitos, reduzindo de 243, em 2000, para 34 em 2015.

“O Ministério da Saúde não tem medido esforços para controlar e prevenir a doença no país.  As ações, em conjunto com estados e municípios, têm demonstrado resultados positivos a cada ano”, destacou o ministro Ricardo Barros.

A meta lançada pelo Programa Nacional de Prevenção e Controle da Malária é de alcançar, no ano de 2019, no máximo 100 mil casos autóctones da doença e 10 mil registros de malária por Plasmodium falciparum. Para 2016, a meta estabelecida é de não ultrapassar os 19 mil casos autóctones de malária falciparum.

Informações Ministério da Saúde

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