Ex-funcionários da empresa Expresso Rei de França (antiga 1001) acompanharam uma audiência pública para tratar do pagamento de salários e direitos trabalhistas atrasados. A reunião ocorreu de forma virtual, mas o grupo se reuniu na sede do Sindicato dos Rodoviários do Maranhão (STTREMA), na capital, para monitorar o desdobramento do caso.
Apesar da convocação, a diretoria da Expresso Rei de França não participou da audiência. Segundo os trabalhadores, a ausência da empresa resultou no encerramento da reunião sem uma definição concreta sobre o cronograma de pagamentos ou sobre a regularização de benefícios, como planos odontológicos, que teriam sido cancelados.
A crise na companhia agravou-se no último sábado (21), quando as atividades foram suspensas. A paralisação atinge linhas que atendem pelo menos 15 bairros de São Luís, impactando o deslocamento diário de estudantes e trabalhadores.
Além da interrupção do serviço, os colaboradores relatam um cenário de incertezas após demissões recentes. De acordo com os relatos apresentados durante o encontro no sindicato, a justificativa apresentada pela empresa para o descumprimento das obrigações financeiras seria a falta de recursos em caixa.
Confira os detalhes na reportagem completa de Nicolly Jansen, para a TV Cidade | RECORD.
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