Dados do Novo Caged, divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego, apontam que o Maranhão gerou 73.758 novos postos de trabalho com carteira assinada entre janeiro de 2023 e novembro de 2025. Com o resultado, o estoque total de vínculos formais no estado subiu para 694.643.
Apenas em novembro de 2025, o saldo estadual foi positivo em 2.414 vagas. O desempenho contribuiu para o cenário nacional, que superou a marca de 5 milhões de novos empregos no mesmo período.
Desempenho por Setores no Maranhão
Todos os grandes grupos econômicos apresentaram crescimento no acumulado dos últimos três anos:
- Serviços: 31.350 vagas (Líder em geração)
- Comércio: 24.862 vagas
- Indústria: 8.279 vagas
- Construção: 7.030 vagas
- Agropecuária: 2.237 vagas
Ranking por Municípios
A capital, São Luís, foi o município maranhense com maior saldo de empregos formais entre o início de 2023 e novembro de 2025, tendo gerado 31.571 novos empregos com carteiras assinadas. Em seguida aparecem Imperatriz, com saldo de 6.080 vínculos, Balsas, com saldo de 3.328, e Timon, com saldo de 3.022.
Perfil dos Novos Trabalhadores
O levantamento também detalha as características demográficas das vagas preenchidas no território maranhense:
- Gênero: Homens ocuparam 42.911 postos, enquanto mulheres ocuparam 30.847.
- Faixa Etária: Jovens de 18 a 24 anos foram o principal grupo, com 67.498 novos vínculos.
- Escolaridade: Profissionais com ensino médio completo representaram a maioria das contratações (67.959).
No cenário brasileiro, o estoque de empregos ativos atingiu 49,09 milhões, o maior da série histórica.
Evolução da geração de empregos no Brasil:
- 2023: 1,455 milhão de vagas.
- 2024: 1,678 milhão de vagas.
- 2025 (até novembro): 1,89 milhão de vagas.
Em novembro de 2025, o saldo brasileiro foi de 85.864 postos, resultado de mais de 1,9 milhão de contratações frente a 1,8 milhão de desligamentos.
Destaques setoriais
- Serviços (+1,03 milhão): Impulsionado por atividades financeiras, administrativas e educação/saúde.
- Comércio (+299,6 mil): Destaque para o setor varejista (+186,2 mil).
- Indústria (+279,6 mil): Puxada pela fabricação de produtos alimentícios.
- Construção (+192,1 mil): Crescimento em edifícios e obras de infraestrutura.
- Agropecuária (+85,2 mil): Liderada pelos cultivos de laranja e soja.
Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego / Secretaria de Comunicação Social da Presidência.