Justiça determina que Prefeitura assuma linhas após paralisação de consórcio em São Luí

Justiça determina que Prefeitura assuma linhas após paralisação de consórcio em São Luí
Foto: reprodução/TV Cidade | RECORD.

A paralisação total do consórcio responsável por parte do transporte público em São Luís levou a uma decisão da Justiça que muda o cenário na capital. Formado pelas empresas Expresso Rei de França e Expresso Grapiúna, o grupo informou não ter condições financeiras de retomar as atividades. Diante disso, o juiz Douglas de Melo Martins, titular da Vara de Interesses Difusos e Coletivos, determinou a caducidade do contrato e o encerramento definitivo da concessão por responsabilidade das empresas.

Com a decisão, a Prefeitura poderá assumir diretamente a operação das linhas ou contratar uma nova empresa em caráter emergencial. A medida ocorre em meio à preocupação com os trabalhadores: cerca de 300 rodoviários podem ser afetados, segundo o sindicato, que já articula ações para garantir direitos e possível reaproveitamento da mão de obra. Para minimizar os impactos à população, a Justiça também autorizou a Secretaria Municipal de Trânsito e Transportes a utilizar até 30 ônibus do antigo consórcio em um plano emergencial para manter o serviço funcionando.

Confira os detalhes na reportagem completa de João Sales, para a TV Cidade |RECORD.

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