Amapá do Maranhão
Tudo que o SuaCidade sabe sobre Amapá do Maranhão, num lugar só — clima, saúde, transparência, trabalho, combustível e quem governa. Atualizado direto na fonte.
Panorama estadual — fatia de Amapá do Maranhão
Clima
Saúde
Transparência
Dado de 26/08/2026 — pode estar defasado.
- BPC
- R$ 13 mil · 6
- Seguro-Defeso
- R$ 623 mil · 365
Bancos e fomento
Bancos na cidade
Nenhuma agência bancária física cadastrada — deserto bancário confirmado pelo Banco Central.
Ver detalhes por banco e agência ›Fomento (FNE)
- Pecuária
- R$ 281 mil
- Serviços
- R$ 175 mil
- Agrícola
- R$ 158 mil
Trabalho
A cidade em números
- População
- 7.380 (2025)
- PIB
- R$ 95 mi (2023)
PIB, produção rural e comércio exterior
A bacia de Amapá do Maranhão
Turiaçu/Pericumã
- Turiaçu/Pericumã 93% do território
- Gurupi 7% do território
Região hidrográfica: Atlântico Nordeste Ocidental
A divisão por bacia descreve o território, não o abastecimento: estar numa bacia não diz se falta ou sobra água na torneira. Municípios grandes ficam em mais de uma bacia, e nesse caso mostramos a participação de cada uma.
Fonte: ANA/SNIRH — divisão hidrográfica; malhas municipais do IBGE
Turismo e energia
Energia
- Painéis solares e outras instalações próprias (geração distribuída)
- 62
- Potência instalada em geração distribuída
- 0,5 MW
Profissionais de saúde em Amapá do Maranhão
94 profissionais de saúde estavam cadastrados em Amapá do Maranhão em julho de 2026. São pessoas, não empregos: quem tem mais de um vínculo é contado uma vez só.
Somando todas as categorias, são 12,7 profissionais de saúde por mil habitantes (população de 2025).
Este número não mede atendimento. Estar cadastrado no município não quer dizer estar disponível para quem mora ali: o profissional pode atender só em rede privada, cumprir poucas horas por semana, ou trabalhar num serviço que só recebe encaminhamento. Para saber onde procurar atendimento, veja a lista de estabelecimentos de saúde da cidade.
Profissionais de saúde cadastrados no município, contados uma vez por pessoa mesmo com mais de um vínculo de trabalho — não é uma contagem de contratos ou empregos. Refere-se à competência (mês) mais recente disponível na fonte. Quem atende em mais de uma cidade entra na contagem da cidade onde fica o estabelecimento em que está cadastrado, não da cidade onde mora. A quebra por categoria mostra só médicos, enfermeiros e dentistas — as demais categorias entram no total, mas não aparecem destacadas aqui.
fonte: CNES / DATASUS — Ministério da SaúdeAmapá do Maranhão nos serviços do portal
Outros levantamentos que têm o recorte de Amapá do Maranhão — cada um abre a página completa, com a explicação de como ler o número.
História de Amapá do Maranhão
Gentílico: amapaense
Amapá do Maranhão - MA
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Histórico
Na década de 50, mais precisamente no ano de 1955, a família do sr. Antônio Pereira da Silva, conhecido pela alcunha de Antônio Boia, fixou residência à margem direita do Rio Urubuquara, de regime temporário, iniciando assim a colonização do atual município.
Na época, um surto de malária dizimou parte da família dos Bóias, fazendo com que o sr. Antônio se afastasse do rio e à nova residência, desse o nome de Colônia São Francisco, em homenagem ao santo padroeiro desta hoje cidade.
A família Bóia, apesar de lavradores em sua total essência, não negligenciavam a fé em Deus e no santo padroeiro local, reunindo-se sempre que podiam para celebrar os cultos religiosos. A colônia São Francisco era distrito de Godofredo Viana-Ma, cujo prefeito era o sr. João Jorge e o pároco da Igreja Católica o pe. Antônio, que através de incalculáveis diligências junto à família colonizadora, conseguiu mudar o nome da colônia para Amapá, segundo relato do sr. Antônio Pereira Farias, filho do fundador desta cidade.
O nome AMAPÁ, deve-se ao igarapé de mesmo nome e à grande incidência de uma árvore também assim denominada.
Por volta do ano de mil novecentos e oitenta e dois (1982), com a chegada de várias famílias originárias do movimento migratório ruralista dos trabalhadores na agricultura convencional, realizado em busca de novas terras a serem exploradas, iniciou-se o povoamento do lugar, dando origem ao cultivo dos gêneros de primeira necessidades, a exploração de madeira de lei, o comércio e pequenas indústrias de beneficiamento de arroz e farinha de mandioca, bem como a criação de gado vacum, cavalar, muar e outras todas sob o regime extensivo e de subsistência. Em razão do constante crescimento, surgiram as primeiras escolas e com elas o manifesto do povo, evidenciando o desejo de emancipar-se, o que veio a acontecer através de plebiscito.
Gentílico: amapaense
Formação administrativa
Elevado à categoria de município com a denominação de Amapá do Maranhão, pela lei estadual nº 6433, de 10/10/1995, alterada pela lei estadual nº 7099, de 08/04/1998, desmembrado de Carutapera, Luis Domingues e Godofredo Viana. Sede no atual distrito do Amapá do Maranhão, ex-povoado de Amapá do município de Godofredo Viana. Constituído do distrito sede. Instalado em 01/01/1997. Em divisão territorial datada de 15/07/1997, o município é constituído do distrito sede. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2005.
O texto é o histórico oficial do IBGE sobre a origem e a formação do seu município — nem toda cidade tem esse registro disponível.