O Maranhão registrou 22.879 focos de queimada em 2024. Esta página mostra a série desde 2003 — 22 anos — para que um número isolado possa ser lido contra o que é normal na estação e nos outros anos.
Este número não é o mesmo do card de focos de hoje. Aqui a contagem é de um único satélite, o “de referência” do INPE, escolhido justamente para que os anos possam ser comparados entre si — a frota de satélites cresceu ao longo destes 22 anos, e contar todos faria o número subir sem haver mais fogo. O acompanhamento diário conta todos os satélites. Os dois são certos, medem coisas diferentes, e não podem ser somados nem comparados.
O ano de maior contagem foi 2007 (44.765 focos) e o de menor foi 2018 (13.892).
Média de focos em cada mês, considerando os 22 anos da série.
O fogo no Maranhão tem estação: em set há em média 97 vezes mais focos que em mar, o mês mais fraco. É por isso que comparar um mês com o mês anterior não diz quase nada — o que informa é comparar o mesmo mês entre anos diferentes.
| Município | Focos | Do estado |
|---|---|---|
| Mirador | 1.173 | 5,1% |
| Alto Parnaíba | 883 | 3,9% |
| Balsas | 787 | 3,4% |
| Fernando Falcão | 735 | 3,2% |
| Carolina | 460 | 2% |
| Grajaú | 455 | 2% |
| Riachão | 449 | 2% |
| Bom Jardim | 404 | 1,8% |
| Santa Luzia | 401 | 1,8% |
| Urbano Santos | 400 | 1,7% |
A contagem é por área do município, não por responsabilidade: um foco dentro do território não diz quem ateou fogo, nem se o fogo era legal. Municípios grandes e de cerrado aparecem mais no topo porque têm mais área sujeita a queima.
| Ano | Focos | Mês de pico | Contra a média |
|---|---|---|---|
| 2024 | 22.879 | out | −8,2% |
| 2023 | 21.113 | set | −15% |
| 2022 | 20.224 | out | −19% |
| 2021 | 16.077 | ago | −36% |
| 2020 | 16.817 | set | −33% |
| 2019 | 18.521 | set | −26% |
| 2018 | 13.892 | set | −44% |
| 2017 | 25.576 | set | +2,6% |
| 2016 | 21.789 | out | −13% |
| 2015 | 28.436 | out | +14% |
| 2014 | 24.675 | out | −1% |
| 2013 | 17.455 | set | −30% |
| 2012 | 34.299 | ago | +38% |
| 2011 | 19.315 | set | −23% |
| 2010 | 36.277 | set | +46% |
| 2009 | 19.132 | nov | −23% |
| 2008 | 22.122 | nov | −11% |
| 2007 | 44.765 | set | +80% |
| 2006 | 23.302 | nov | −6,5% |
| 2005 | 33.691 | out | +35% |
| 2004 | 33.585 | nov | +35% |
| 2003 | 34.548 | out | +39% |
Foco não é incêndio. Cada foco é uma detecção pontual de satélite: um mesmo incêndio extenso gera vários focos ao longo do dia, e a contagem não mede área queimada nem intensidade do fogo. Um ano com mais focos também não é, por si só, um ano “pior” — seca, manejo agrícola e cobertura de nuvem influenciam o que o satélite consegue ver.
Contagem do SATÉLITE DE REFERÊNCIA do INPE — um satélite só, escolhido justamente para que os anos possam ser comparados entre si; a frota cresceu ao longo da série, e contar todos faria o número subir sem que houvesse mais fogo. Por isso este número NÃO se compara com o de focos do dia, que conta todos os satélites. Foco de calor é uma detecção de satélite, não um incêndio: um mesmo incêndio extenso gera vários focos, e a contagem não mede área queimada nem intensidade.
fonte: INPE — Programa Queimadas (satélite de referência)Mostrando também o histórico de São Luís.
Este número não é o mesmo do card de focos de hoje. Aqui a contagem é de um único satélite, o “de referência” do INPE, escolhido justamente para que os anos possam ser comparados entre si — a frota de satélites cresceu ao longo destes 22 anos, e contar todos faria o número subir sem haver mais fogo. O acompanhamento diário conta todos os satélites. Os dois são certos, medem coisas diferentes, e não podem ser somados nem comparados.
O ano de maior contagem foi 2004 (26 focos) e o de menor foi 2018 (0).
Média de focos em cada mês, considerando os 22 anos da série.
Em pelo menos um mês do ano não houve foco algum na média da série, então a tela não calcula quantas vezes o mês de pico supera o mais fraco — a conta não teria sentido.
| Ano | Focos | Mês de pico | Contra a média |
|---|---|---|---|
| 2024 | 11 | nov | +5,2% |
| 2023 | 10 | nov | −4,3% |
| 2022 | 6 | jul | −43% |
| 2021 | 6 | set | −43% |
| 2020 | 6 | dez | −43% |
| 2019 | 3 | set | −71% |
| 2018 | 0 | — | −100% |
| 2017 | 8 | ago | −23% |
| 2016 | 10 | nov | −4,3% |
| 2015 | 16 | nov | +53% |
| 2014 | 13 | dez | +24% |
| 2013 | 5 | dez | −52% |
| 2012 | 10 | jan | −4,3% |
| 2011 | 7 | dez | −33% |
| 2010 | 3 | set | −71% |
| 2009 | 16 | set | +53% |
| 2008 | 11 | out | +5,2% |
| 2007 | 11 | out | +5,2% |
| 2006 | 12 | dez | +15% |
| 2005 | 24 | dez | +130% |
| 2004 | 26 | nov | +149% |
| 2003 | 16 | out | +53% |
Foco não é incêndio. Cada foco é uma detecção pontual de satélite: um mesmo incêndio extenso gera vários focos ao longo do dia, e a contagem não mede área queimada nem intensidade do fogo. Um ano com mais focos também não é, por si só, um ano “pior” — seca, manejo agrícola e cobertura de nuvem influenciam o que o satélite consegue ver.
Contagem do SATÉLITE DE REFERÊNCIA do INPE — um satélite só, escolhido justamente para que os anos possam ser comparados entre si; a frota cresceu ao longo da série, e contar todos faria o número subir sem que houvesse mais fogo. Por isso este número NÃO se compara com o de focos do dia, que conta todos os satélites. Foco de calor é uma detecção de satélite, não um incêndio: um mesmo incêndio extenso gera vários focos, e a contagem não mede área queimada nem intensidade.
fonte: INPE — Programa Queimadas (satélite de referência)O número desta página não é o mesmo do acompanhamento diário de queimadas. Aqui a contagem vem de um único satélite — o “de referência” do INPE, escolhido para que anos diferentes possam ser comparados entre si. O acompanhamento do dia conta todos os satélites em operação, que são vários e mudam com o tempo. Os dois números estão certos e medem coisas diferentes: somar ou comparar um com o outro produz uma conclusão que nenhuma das duas fontes sustenta.
A série vai até o último ano fechado. O INPE publica o consolidado de um ano depois que ele termina, então o ano corrente não aparece aqui — para o que está acontecendo agora, o lugar é o acompanhamento diário.
Um foco de calor é uma detecção pontual de satélite, não um incêndio: um mesmo incêndio extenso gera vários focos ao longo do dia, e a contagem não mede área queimada nem intensidade do fogo. Ano com mais focos também não é automaticamente um ano pior — seca, manejo agrícola e até a cobertura de nuvens influenciam o que o satélite consegue enxergar.
Fonte: INPE — Programa Queimadas (satélite de referência).