Alcântara
Tudo que o SuaCidade sabe sobre Alcântara, num lugar só — clima, saúde, transparência, trabalho, combustível e quem governa. Atualizado direto na fonte.
Panorama estadual — fatia de Alcântara
Clima
Saúde
Transparência
- BPC
- R$ 853 mil · 424
- Seguro-Defeso
- R$ 778 mil · 456
Bancos e fomento
Bancos na cidade
Nenhuma agência bancária física cadastrada — deserto bancário confirmado pelo Banco Central.
Ver detalhes por banco e agência ›Fomento (FNE)
- Serviços
- R$ 420 mil
- Agrícola
- R$ 218 mil
- Pecuária
- R$ 202 mil
Trabalho
A cidade em números
- População
- 18.721 (2025)
- PIB
- R$ 170 mi (2023)
PIB, produção rural e comércio exterior
A bacia de Alcântara
Turiaçu/Pericumã
Região hidrográfica: Atlântico Nordeste Ocidental
A divisão por bacia descreve o território, não o abastecimento: estar numa bacia não diz se falta ou sobra água na torneira. Municípios grandes ficam em mais de uma bacia, e nesse caso mostramos a participação de cada uma.
Fonte: ANA/SNIRH — divisão hidrográfica; malhas municipais do IBGE
Turismo e energia
Turismo
- Meios de hospedagem
- 5
- Agências de turismo
- 1
- Guias de turismo
- 2
Energia
Sua cidade ficou em média 1,25 h sem luz no período (10/2025), segundo a Equatorial Maranhão.
0,47 interrupções em média no período (FEC).
- Painéis solares e outras instalações próprias (geração distribuída)
- 38
- Potência instalada em geração distribuída
- 2,3 MW
Educação
Cursos gratuitos (SENAC)
O prazo de inscrição costuma ser curto (dias) e pode já ter encerrado — confira o prazo exato no link do edital antes de se dirigir a uma unidade. A lista não inclui cursos pagos do catálogo geral do SENAC, nem termos aditivos que alteram prazo ou vagas de um edital já publicado.
Profissionais de saúde em Alcântara
309 profissionais de saúde estavam cadastrados em Alcântara em julho de 2026. São pessoas, não empregos: quem tem mais de um vínculo é contado uma vez só.
Somando todas as categorias, são 16,5 profissionais de saúde por mil habitantes (população de 2025).
Este número não mede atendimento. Estar cadastrado no município não quer dizer estar disponível para quem mora ali: o profissional pode atender só em rede privada, cumprir poucas horas por semana, ou trabalhar num serviço que só recebe encaminhamento. Para saber onde procurar atendimento, veja a lista de estabelecimentos de saúde da cidade.
Profissionais de saúde cadastrados no município, contados uma vez por pessoa mesmo com mais de um vínculo de trabalho — não é uma contagem de contratos ou empregos. Refere-se à competência (mês) mais recente disponível na fonte. Quem atende em mais de uma cidade entra na contagem da cidade onde fica o estabelecimento em que está cadastrado, não da cidade onde mora. A quebra por categoria mostra só médicos, enfermeiros e dentistas — as demais categorias entram no total, mas não aparecem destacadas aqui.
fonte: CNES / DATASUS — Ministério da SaúdeAlcântara nos serviços do portal
Outros levantamentos que têm o recorte de Alcântara — cada um abre a página completa, com a explicação de como ler o número.
- Mortes no trânsito (rodovias)5 mortesdados de 2022
- Reclamações de consumidor6 reclamações
- Reclamações contra planos de saúde3 reclamações
- Minha Casa, Minha Vida25 empreendimentos
- Embargos ambientais1 embargos ativos
- Processos na Justiça5.427 processos
- Frota de veículos2.912 veículos
- Pessoas no Cadastro Único17.108 pessoas
História de Alcântara
Gentílico: alcantarense
Alcântara Maranhão - MA
Ler o histórico completo ›
Histórico
NÃO se pode precisar a fundação de Alcântara, mas o certo é que em 1612 já havia um aglomerado de aldeias das quais ela fazia parte com o nome significativo de Tapuitapera (terra dos índios).
Com a vinda da expedição de Daniel de La Touche, senhor de La Lavadière, e a constante infiltração de franceses nas tribos indígenas, estabeleceram-se relações amistosas com aqueles. Pouco depois, batizava-se o primeiro alcantarense com o nome de Martinho Francisco. Em sua taba, ergueu-se uma capela, e conta-se ter sido celebrada aí a primeira missa em terras de Alcântara.
Após a expulsão dos franceses, firmou-se o domínio português, mas a importância da aldeia não foi diminuída. Entre 1616 e 1618, começou a colonização portuguesa em Tapuitapera, com um pequeno presídio que os índios destruíram mais tarde.
Com a subdivisão das capitanias do Maranhão e do Grão-Pará, Tapuitapera passou à condição de cabeça da capitania de Cumã, doada pelo 1.° Governador do Maranhão, Francisco Coelho de Carvalho, ao seu irmão Antônio Coelho de Carvalho. a 19 de março de 1624. Entretanto, não parece ter o donatário dado rápido desenvolvimento à capitania, pois em 1641, ao tempo da invasão holandesa. foi ela abandonada após breve período de ocupação.
O progresso da aldeia só foi observado em 1648, quando elevada à categoria de vila, com o nome de Alcântara, sob a invocação do apóstolo São Matias. A essa época já existia uma igreja de pedra e cal dedicada a São Bartolomeu, e já estavam erguidos os primeiros engenhos de açúcar.
Logo depois da criação da vila, iniciou-se a construção do Convento Nossa Senhora dos Remédios que mais tarde passou à invocação de Nossa Senhora das Mercês, depois, do Convento de Nossa Senhora do Carmo, obra também vultosa. Alcântara prosperou progressivamente em todos os setores e tornou-se o maior centro produtor da Província. em que se contavam as grandes fortunas da época. Sem dúvida o que muito contribuía para o seu enriquecimento era o número elevado de escravos.
Tornou-se habitual entre as famílias ricas enviar filhos a Coimbra para ali se educarem, já que a vila só dispunha de escolas de primeiras letras, prolongando-se essa prática por muitos anos. Contribuía para isso o número elevado de famílias constituídas por colonos portugueses ali radicados, em maioria de origem fidalga. Mais tarde, com a criação do curso jurídico no Brasil, Olinda substituiu Coimbra.
Em 1835 foi criada a Comarca. sendo seu primeiro promotor Clóvis Bevilacqua. Em 1836, foi elevada a categoria de cidade, fase em que atingiu o apogeu de sua grandeza. Gradativamente, porém, Alcântara perde o primado na produção maranhense, refletindo-se o declínio das atividades econômicas em sua vida social.
Em 22 de dezembro de 1948, data do tricentenário de sua elevação a vila, Alcântara foi considerada 'Cidade Monumento Nacional'.
Gentílico: alcantarense
Formação administrativa
Elevado à categoria de vila com a denominação de Alcântara, em 22-12-1648. Distrito criado com a denominação de Alcântara, em 1754. Pela Provisão Régia de 07-11-1805, é criado o distrito de Santo Antônio e Almas e anexado ao município de Alcântara. Elevado à condição de cidade com a denominação de Alcântara, pela lei provincial nº 24 de 05-07-1836. Pela lei provincial nº 73, de 23-07-1838, é criado o distrito de São João Cortes e anexado ao município de Alcântara. Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, o município aparece constituído de 5 distritos: Alcântara, Raimundo-Su, São João de Côrtes, Jacioca e Santo Antônio e Almas. Pela lei estadual nº 801, de 21-04-1918, desmembra do município de Alcântara o distrito de Santo Antônio e Almas. Elevado à categoria de município. Pela lei estadual nº 75, de 22-04-1931, é extinto o município de Godofredo Viana ex-Bequimão, sendo seu território anexado ao município de Alcântra. Em divisão administrativa referente ao ano de 1933, o município aparece constituído de 3 distritos: Alcântara, Bequimão e São João Cortes. Pelo decreto-lei estadual nº 855, de 19-06-1935, desmembra do município de Alcântara o distrito de Bequimão. Elevado novamente à categoria de município. Em divisões territoriais datadas de 31-XII-1936 e 31-XII-1937, o município aparece constituído de 2 distritos: Alcântara e São João de Cortes. No quadro fixado para vigorar no período de 1944-1948, o município é constituído de 2 distritos: Alcântara e São João de Cortes. Em divisão territorial datada de 1-VII-1960, o município é constituído de 2 distritos: Alcântara e São João Cortes. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2005.
O texto é o histórico oficial do IBGE sobre a origem e a formação do seu município — nem toda cidade tem esse registro disponível.
Atos da prefeitura
- EXTRATO DE CONTRATO ADMINISTRATIVOEXTRATO DO CONTRATO Nº 162/2026. PREGÃO Nº 12/2025.- PROCESSO ADMINISTRATIVO Nº 35/2025.03/09/2026
- TERMO ADITIVOEXTRATO DO 1º TERMO ADITIVO AO CONTRATO Nº 71/2026. PREGÃO Nº 12/2025.- PROCESSO ADMINISTRATIVO Nº 35/2025.03/09/2026
- AVISO DE ADIAMENTO DE LICITAÇÃOAVISO DE ADIAMENTO DA ABERTURA DE LICITAÇÃO:PREGÃO ELETRÔNICO Nº 016/2026- PROCESSO ADMINISTRATIVO Nº 036/202503/09/2026
- AVISO DE ADIAMENTO DE LICITAÇÃOAVISO DE ADIAMENTO DA ABERTURA DE LICITAÇÃO:PREGÃO ELETRÔNICO Nº 013/2026 -PROCESSO ADMINISTRATIVO Nº 030/202503/09/2026
- AVISO DE ADIAMENTO DE LICITAÇÃOAVISO DE ADIAMENTO DA ABERTURA DE LICITAÇÃO: PREGÃO ELETRÔNICO Nº 012/2026-PROCESSO ADMINISTRATIVO Nº 028/202503/09/2026
Atos publicados pela prefeitura no Diário Oficial dos municípios (FAMEM) — decretos, contratos, nomeações. Nem toda cidade publica neste diário; São Luís tem diário próprio.